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África do Sul manterá fronteira fechada para Brasil e outros países de "alto risco"

01/10/2020 04h43

Johannesburgo, 30 set (EFE).- A África do Sul reabrirá as fronteiras no dia 1º de outubro, após mais de meio ano fechadas para frear a pandemia de Covid-19, mas excluirá os turistas do Brasil e de outras zonas de "alto risco", como a maior parte da América Latina, Estados Unidos, França e Reino Unido.

A lista de exclusões também conta com Portugal, Holanda, Bélgica, Índia, Rússia, Irã, México, Peru, Argentina, Chile, Venezuela, Colômbia, Costa Rica, Bolívia, Equador, Honduras, Guatemala e Panamá.

Os esclarecimentos sobre a retomada do tráfego internacional, que já era esperada há dias, foram anunciadas nesta quarta-feira, durante uma roda de imprensa conjunta de vários ministros do governo do presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, duas horas antes do horário da reabertura de fronteiras.

As restrições se aplicam ao turismo e ao lazer, mas a África do Sul permitirá viagens de qualquer país por motivos diplomáticos ou negócios, sob a condição de apresentar, ao aterrissar, um exame de PCR negativo feito até 72 horas antes.

Inicialmente, os ministros não comunicaram a lista completa. Depois, o govenro divulgou uma atualização que conta com um total de 60 países restritos.

De acordo com a ministra das Relações Exteriores sul-africana, Naledi Pandor, a lista de restrições se baseia em critérios de transmissão da Covid-19 nos diferentes países e será revisada a cada duas semanas.

O país trabalhará com três níveis de risco: alto, para os países com níveis de transmissão maiores que os da África do Sul; médio, para aqueles nos quais a pandemia está se comportando de forma similar; e baixo, para os países com menor propagação da Covid-19.

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