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Estepe temporário: para que serve e como usá-lo da forma correta

Carro com o pneu sobressalente, o estepe de emergência  - Foto: Shutterstock
Carro com o pneu sobressalente, o estepe de emergência Imagem: Foto: Shutterstock
do UOL

Do UOL, em São Paulo (SP)

27/09/2020 04h00

Resumo da notícia

  • Pneu de uso temporário já equipa carros populares
  • Estepe é mais fino e deve ser utilizado apenas por curtos períodos
  • Motorista deve se atentar ao limite de velocidade ao rodar com o estepe temporário

Até pouco tempo atrás, os estepes temporários eram raridade nos carros nacionais. Hoje eles estão cada vez mais comuns e já equipam até carros populares, como Hyundai HB20 e Chevrolet Onix.

São muitas as vantagens da adoção deste tipo de pneu. Além de ocupar menos espaço (e por tabela ampliar a capacidade do porta-malas), eles fazem menos peso no veículo, são mais fáceis de manusear e menos suscetíveis a furtos, já que não podem ser utilizados no lugar dos pneus convencionais.

Além de todos os benefícios, o custo de um pneu de uso temporário é menor do que um pneu convencional e as fabricantes disponibilizam o produto no mercado de reposição.

Por pouco tempo

Entretanto, ele exige alguns cuidados, especialmente com a forma de utilizá-lo.

"Deve-se tomar cuidado, pois o nome temporário é realmente para que ele seja utilizado em um curtíssimo espaço de tempo. O ideal é, caso ocorra algum incidente com o pneu do veículo e o usuário tenha que colocar o espete temporário, que esse pneu furado ou danificado seja substituído ou reparado o mais breve possível e que a pessoa não fique rodando desnecessariamente com este tipo de estepe", diz Fabio Magliano, gerente de produtos Car e Motorsport da Pirelli para a América Latina..

Como o pneu sobressalente normalmente é bem mais fino do que os demais, o motorista não deve ultrapassar o limite de velocidade indicado no próprio estepe - que costuma ser de 80 km/h. E nada de realizar manobras bruscas.

"Podem ocorrer uma série de variações no comportamento do veículo, como, por exemplo, aumento do espaço de frenagem, problemas de estabilidade em curva, piora na dirigibilidade na chuva, redução no conforto etc. Por estas alterações na dinâmica é imprescindível utilizá-los somente o mínimo necessário", conclui Fabio.

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