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Bolsonaro retira sonda e tem boa evolução clínica, diz hospital

do UOL

Luís Adorno

Do UOL, em São Paulo

26/09/2020 09h26

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retirou uma sonda que utilizava desde ontem, após ter sido submetido a uma cirurgia na bexiga, e tem boa evolução clínica, de acordo com boletim médico divulgado na manhã de hoje pelo hospital Albert Einstein.

"Foi retirada a sonda vesical para que ele urine espontaneamente. O paciente está recebendo hidratação oral e caminhando fora do quarto", diz o boletim médico. Bolsonaro não tem complicações cirúrgicas, não apresenta sangramentos e está afebril.

O chefe do Executivo retirou ontem um cálculo na bexiga em cirurgia que durou uma hora e meia. É esperado que ele retorne ao trabalho em Brasília já na segunda-feira (28), pois a recuperação é apontada como simples.

Bolsonaro convivia há pelo menos cinco anos com a pedra na bexiga e, segundo o próprio, a indicação cirúrgica ocorreu para que ela não provocasse lesões no aparelho urinário.

Ele anunciou que faria o procedimento cirúrgico em conversa com apoiadores, na entrada do Palácio do Alvorada, em 1º de setembro.

A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, publicou na manhã de hoje uma foto do presidente no hospital. Na imagem, ele aparece sorridente e vestindo uma camiseta do Ferroviário.

Presidente Jair Bolsonaro em recuperação no hospital Albert Eintein - Reprodução/Instagram - Reprodução/Instagram
26.set.2020 - Presidente Jair Bolsonaro em recuperação no hospital Albert Eintein
Imagem: Reprodução/Instagram

Sexta cirurgia em dois anos

É a quinta vez em dois anos que o presidente se submete a uma cirurgia para evitar complicações na saúde — as quatro anteriores ocorreram por causa da facada sofrida durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG). Além disso, Bolsonaro passou por uma vasectomia em janeiro.

A primeira das quatro foi feita ainda na Santa Casa de Juiz de Fora, em 6 de setembro de 2018. Depois, foi transferido para o Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde foi operado em 12 de setembro, em razão de complicação causada pela aderência das paredes do intestino. No mesmo hospital, em 28 de janeiro de 2019, foi retirada a bolsa de colostomia.

A última cirurgia ocorreu há um ano, para a retirada de uma hérnia.

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