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Banco BV lança programa de estágio exclusivo para mulheres

Com uma seleção às cegas, o banco BV garante que o processo será realizado sem filtros - Divulgação/Eureca
Com uma seleção às cegas, o banco BV garante que o processo será realizado sem filtros Imagem: Divulgação/Eureca
do UOL

Do UOL, em São Paulo

21/09/2020 16h43

O banco BV anunciou hoje seu programa de estágio exclusivo para mulheres. As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de outubro neste site e serão escolhidas 45 candidatas.

Com uma seleção às cegas, o banco BV garante que o processo será realizado sem filtros e as candidatas serão escolhidas independente da idade ou faculdade. "Empresas mais diversificadas conseguem aumentar a inovação, atrair os melhores talentos, e melhorar as tomadas de decisões", explicou Mariana Afonso, responsável pela área de Seleção e Carreira do banco BV.

As selecionadas receberão uma bolsa-auxílio de R$ 2.401,76 e benefícios que incluem plano médico e odontológico, vale refeição, vale alimentação e transporte, Gympass e folga de aniversário. De acordo com o banco, as estagiárias ainda participarão de um programa de mentoria de mulheres "com o objetivo de compartilhar experiências e estimular o desenvolvimento".

Estudantes de qualquer curso podem se candidatar, desde que a conclusão da graduação esteja prevista para julho e dezembro de 2022. "Queremos propiciar o crescimento profissional dessas mulheres dentro do banco, e entendemos que para isso precisamos criar uma rede de apoio que as empodere e que possibilite evolução na carreira dessas universitárias", afirma Mariana.

Programas com mais diversidade

No sábado, a Magazine Luiza anunciou um programa de trainee só para candidatos negros. De acordo com a empresa, o objetivo é "trazer mais diversidade racial para os cargos de liderança da companhia". Atualmente, a varejista tem em seu quadro de funcionários 53% de pretos e pardos, mas apenas 16% deles ocupam cargos de liderança.

Podem se candidatar universitários e recém-formados de todo o Brasil. O programa causou polêmica nas redes sociais e muitos acusaram a empresa de "racismo reverso" enquanto outros apontaram uma questão de "reparação histórica".

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