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Com 200.000 mortes, América Latina é segunda região do mundo mais afetada pela Covid-19

02/08/2020 07h48

A região da América Latina e do Caribe alcançou a fúnebre marca de 200.212 mortes pelo novo coronavírus e é a segunda no mundo mais afetada pela pandemia, depois da Europa (210.435 óbitos para 3.189.322 de casos). A Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que o planeta deve se preparar para uma longa epidemia

A região da América Latina e do Caribe alcançou a fúnebre marca de 200.212 mortes pelo novo coronavírus e é a segunda no mundo mais afetada pela pandemia, depois da Europa (210.435 óbitos para 3.189.322 de casos). A Organização Mundial da Saúde (OMS) adverte que o planeta deve se preparar para uma longa epidemia

O número de pessoas contaminadas pelo vírus Sars-CoV-2 no continente latino-americano se aproxima de 5 milhões. Três quartos das infecções foram registradas no Brasil e no México. Várias características da nova doença viral permanecem desconhecidas para os cientistas, constata a OMS. Sem um tratamento realmente eficaz e uma vacina, o mundo já registra mais de 17 milhões de infectados e 685 mil vítimas da Covid-19.

Na América Latina, mais da metade dos casos declarados oficialmente se encontram no Brasil (2,7 milhões de pessoas e 93.563 mortos), segundo país no ranking mundial da pandemia depois dos Estados Unidos (4,6 milhões de infectados e 156.621 vítimas fatais).

Em terceiro lugar aparece o México, que atravessa uma aceleração da doença nas últimas semanas, com 47.472 óbitos, incluindo 764 reportados em 24 horas. No sábado (1), pelo segundo dia consecutivo, o país diagnosticou 9.556 pessoas positivas para o coronavírus, segundo dados da secretaria federal de Saúde. O total de contágios chegou a 434.193 pessoas.

O Peru, com 19.408 mortos, a Colômbia, com 10.330, e o Chile, com 9.533 vítimas também lutam para controlar a pandemia.

Alguns especialistas acreditam que o número de mortes declaradas oficialmente em alguns países da região está subestimado.

O levantamento foi realizado com dados da agência AFP.

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