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Argentina chega a 69 mortes em decorrência do novo coronavírus

03.abr.2020 -  Um homem faz fila em frente a um banco, aberto pela primeira vez desde a quarentena obrigatória devido ao coronavírus em Buenos Aires, na Argentina - Agustin Marcarian/Reuters
03.abr.2020 - Um homem faz fila em frente a um banco, aberto pela primeira vez desde a quarentena obrigatória devido ao coronavírus em Buenos Aires, na Argentina Imagem: Agustin Marcarian/Reuters

Buenos Aires

09/04/2020 20h57

A Argentina contabilizou nas últimas horas desta quinta-feira mais quatro mortes em decorrência da Covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus, segundo informações obtidas junto a fontes do Ministério da Saúde do país.

As vítimas são três homens, de 95, 91 e 74 anos, respectivamente, todos moradores da capital do país; além de uma mulher de 62, que vive na província de Buenos Aires.

Com essas quatro mortes apuradas, somadas a 65 que constavam no balanço oficial apresentado ontem pelo Ministério da Saúde, o número de óbitos é de, pelo menos, 69.

De acordo com as informações desta quarta-feira, o país contabiliza 1.795 casos de infecção pelo novo coronavírus. Ao todo, 365 pessoas receberam alta desde o início da propagação do patógeno.

"A Argentina está trabalhando forte para testar de forma eficiente", disse hoje a secretária de Acesso à Saúde, Carla Vizzotti, sobre os 14.850 exames realizados até o momento no território, o que representa de 10% a 20% do nível recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Questionada sobre o número de leitos com pacientes, entre os 800 de terapia intensiva do país, a integrante do governo garantiu que a situação é "estável".

Além disso, o Ministério da Saúde já anunciou que vai aumentar em 15 mil os profissionais atuando no setor, o que implica, por exemplo, na prorrogação da residência de 3 mil universitários e a antecipação da formatura de 5 mil estudantes e o registro de quase 4 mil voluntários.

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