PUBLICIDADE
Topo

Voo da Ethiopian tinha pessoas de ao menos 35 nacionalidades

do BOL, em São Paulo

10/03/2019 10h52Atualizada em 10/03/2019 12h03

As pessoas a bordo do Boeing 737 MAX 8, da empresa aérea Ethiopian Airlines, eram de ao menos 35 nacionalidades diferentes, segundo informações iniciais da companhia.

O avião com 157 pessoas caiu neste domingo (10) depois de decolar da capital da Etiópia, Adis Abeba, matando todos que estavam a bordo.

Entre as vítimas, já foi possível identificar as nacionalidades de:

  • Quênia: 32
  • Canadá: 18
  • Etiópia: nove
  • China: oito
  • EUA: oito
  • Itália: oito
  • França: sete
  • Reino Unido: sete
  • Egito: seis
  • Alemanha: cinco
  • Índia: quatro
  • Eslováquia: quatro
  • Áustria: três
  • Rússia: três
  • Suécia: três
  • Espanha: dois
  • Israel: dois
  • Marrocos: dois
  • Polônia: dois
  • Bélgica: um
  • Djibuti: um
  • Indonésia: um
  • Irlanda: um
  • Moçambique: um
  • Noruega: um
  • Ruanda: um
  • Arábia Saudita: um
  • Sudão: um
  • Somália: um
  • Sérvia: um
  • Togo: um
  • Uganda: um
  • Iêmen: um
  • Nepal: um
  • Nigéria: um
  • Passaporte da ONU (Organização das Nações Unidas): um

A queda do Boeing ocorreu no entorno de Bishoftu, região também conhecida como Debre Zeit, a cerca de 50 quilômetros ao sul da capital do país. A causa do acidente ainda é desconhecida.

A aeronave decolou às 8h38 (2h38 em Brasília) e iria para Nairóbi, capital do Quênia. De acordo com a companhia aérea, estavam no avião 149 passageiros e oito tripulantes.

mapa acidente - Arte/UOL - Arte/UOL
Imagem: Arte/UOL
 Em nota, a empresa expressou suas condolências aos familiares e amigos de passageiros e tripulantes "que perderam suas vidas nesse trágico acidente". 

O gabinete do primeiro-ministro da Etiópia, Abiy Ahmed, também lamentou o acidente com o voo ET 302/20.

No local do acidente, estavam espalhados pelo chão pertences das pessoas a bordo e partes da aeronave.

Restos humanos eram retirados dos destroços por equipes de buscas. 

Membros da agência de aviação civil da Etiópia estavam no local para investigar a causa do acidente.

(Com informações do UOL)

Notícias