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Horário de verão termina neste domingo (17)

Relógios devem ser atrasados em uma hora no dia 17 de fevereiro - Getty Images/iStockphoto
Relógios devem ser atrasados em uma hora no dia 17 de fevereiro Imagem: Getty Images/iStockphoto

Do BOL, em São Paulo

11/02/2019 14h31

O horário brasileiro de verão, que começou em 4 de novembro de 2018, termina no próximo domingo, 17 de fevereiro. A população do Distrito Federal (DF) e de dez estados deverá atrasar os relógios em uma hora a partir da 0h. São eles: Rio Grande do Sul (RS), Santa Catarina (SC), Paraná (PR), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Minas Gerais (MG), Espírito Santo (ES), Mato Grosso (MT), Mato Grosso do Sul (MS) e Goiás (GO).

O Ministério de Minas e Energia explica que as regiões Norte e Nordeste não adotam o horário de verão porque a hora adiantada é mais eficaz nas regiões mais distantes da Linha do Equador, onde há uma diferença mais significativa na luminosidade do dia entre o verão e o inverno.

O horário de verão começou em 4 de novembro de 2018, e o período total foi reduzido em duas semanas em relação a anos anteriores, já que o início costumava ser no terceiro domingo de outubro, mas passou a ser no primeiro domingo de novembro. O final continuou no terceiro domingo de fevereiro.

A mudança, assinada pelo então presidente Michel Temer em dezembro de 2017, atendeu a pedido do ministro do STF Gilmar Mendes por conta das Eleições 2018. O ministro recomendou que o horário de verão começasse somente depois do segundo turno das eleições brasileiras, realizadas em 28 de outubro, de forma a evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados. Chegou-se a cogitar adiar ainda mais o início, para 18 de novembro, por conta das provas do Enem, mas no fim ficou definido o período de 4 de novembro de 2018 a 17 de fevereiro de 2019.

Em 2019, a decisão sobre o horário de verão dependerá do presidente Jair Bolsonaro. Isso porque, do ponto de vista de economia de energia, a mudança não traz mais ganhos significativos, segundo estudos do Ministério de Minas e Energia, pois o padrão de consumo do brasileiro mudou: o pico passou a ser entre 14h e 15h, e não mais concentrado entre 17h e 20h. A decisão agora, assim como foi em 2018, será política.

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