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Top 10: maiores polêmicas de arbitragem contra brasileiros na Libertadores

AP Photo/Roberto Candia
Imagem: AP Photo/Roberto Candia
do UOL

Do UOL, em São Paulo

06/02/2019 04h00

A partir desta semana, o Brasil entra na disputa pelo tão sonhado título da Libertadores, com as estreias de Atlético-MG e São Paulo na fase preliminar. Ainda falta muito para a final em Santiago, no dia 23 de novembro. Até lá, podemos esperar todos os ingredientes típicos da competição: jogos épicos, zebras históricas, causos inesquecíveis... E muitos erros dos juízes. 

Para desespero dos torcedores, o histórico de polêmicas de arbitragem contra os times brasileiros é extenso, e vem desde a época do Santos de Pelé. Listamos os dez principais a seguir... Lembra de mais algum? Deixe nos comentários.

  • Reprodução/TV Globo

    Grêmio x River Plate, 2018

    A Libertadores do ano passado foi tão tumultuada que a final entre River e Boca teve que ser jogada na Espanha. E, pelo menos para os gremistas, o River nem deveria estar lá. Sem entrar no mérito da presença irregular do técnico Marcelo Gallardo no estádio, o time gaúcho reclama muito de dois lances cruciais para a eliminação na semifinal. No primeiro gol do River, o atacante Borré desviou com o braço, mas o VAR não foi acionado. Por outro lado, o juiz uruguaio Andrés Cunha recorreu ao vídeo para marcar toque de mão de Bressan no pênalti que classificou o time argentino nos minutos finais. Leia mais

  • Reprodução/Youtube

    Grêmio x Olimpia, 2002

    Outro jogo que os gremistas lamentam é a semi de 2002 contra o Olimpia, valendo vaga na final contra o São Caetano. Na decisão por pênaltis, o goleiro Eduardo Martini defendeu o chute de Caballero, mas o árbitro argentino Daniel Giménez mandou voltar a cobrança. Na segunda chance, o paraguaio não desperdiçou. O Olimpia venceu por 5 a 4 e seguiu sua caminhada rumo ao título. Além do rigor incomum para o lance, em que Martini teria se adiantado, o juiz ainda anulou um gol legítimo do Grêmio no primeiro tempo.

  • Juan Mabromata/AFP

    Fluminense x Boca Juniors, 2012

    O jogo de ida das quartas de final, na Bombonera, terminou com vitória do Boca e muita reclamação do Fluminense. O árbitro colombiano José Hernando Buitrago não viu uma cotovelada de Clemente Rodríguez em Marcos Júnior, expulsou Carlinhos em lance discutível e ignorou o toque de mão de Roncaglia dentro da área, que seria pênalti para o Fluminense. No jogo de volta, o Boca arrancou um empate e avançou até a final, quando perdeu para o Corinthians.

  • Eduardo Knapp/Folha Imagem

    São Paulo x River Plate, 2005

    O time brasileiro venceu aquela semifinal, apesar da atuação polêmica do árbitro uruguaio Gustavo Mendez durante o jogo de ida, no Morumbi. A forte marcação argentina foi facilitada pelo juiz, que deixava de dar falta em lances que seriam para cartão. Mesmo com a vitória por 2 a 0, a diretoria tricolor enviou uma reclamação formal à Conmebol. Eis que, no ano seguinte, foi revelado um grampo telefônico em que o empresário Jorge Chijane admitiu ter repassado US$ 20 mil ao árbitro para que ele favorecesse o River naquele jogo. Não adiantou, e o São Paulo acabou sendo campeão.

  • Fernando Vergara/AP

    São Paulo x Atletico Nacional, 2016

    Naquela semifinal, o domínio do time colombiano foi inquestionável, com vitórias nos dois jogos. Mas a arbitragem também ajudou. Na ida, jogando em casa, o São Paulo ficou com um a menos quando Maicon pôs a mão no rosto de Borja e o atacante colombiano se atirou no chão. O árbitro argentino Mauro Vigliano interpretou como agressão e mostrou o vermelho. Em seguida, o Atletico Nacional fez os dois gols da vitória. Mas a maior polêmica aconteceu na partida de volta, em Medellín. O chileno Patricio Polic deixou de marcar um pênalti sobre Hudson, quando o jogo estava empatado em 1 a 1. Em seguida, assinalou uma penalidade para o Nacional e ainda expulsou Lugano e Wesley por reclamação. Leia mais

  • Demian Alday/Getty Images

    Cruzeiro x Boca Juniors, 2018

    Dentro de campo, nenhum outro lance causou tanta polêmica na Libertadores do ano passado quanto a expulsão de Dedé no jogo de ida das quartas de final, na Bombonera. Depois de um choque acidental do zagueiro contra o goleiro Andrada, o árbitro paraguaio Eber Aquino consultou o VAR e entendeu que o lance era para cartão vermelho. Com um a menos, o time brasileiro perdeu por 2 a 0 e acabou eliminado, mesmo depois que a Conmebol anulou a expulsão e liberou Dedé para disputar o segundo jogo. Leia mais

  • AFP

    Palmeiras x Boca Juniors, 2000

    Depois de empatar por 2 a 2 na Argentina, o Palmeiras só precisava vencer em casa para se sagrar bicampeão. Chegou a sofrer dois pênaltis, um em Asprilla e outro sobre Pena. Mas o árbitro paraguaio Epifanio Gonzalez não marcou nenhum deles. O jogo ficou no 0 a 0, e a decisão foi para os pênaltis. O Boca venceu por 4 a 2 e ficou com o título.

  • Daniel Garcia/AFP

    Palmeiras x Boca Juniors, 2001

    No ano seguinte, o Palmeiras voltou a perder para o Boca Juniors nos pênaltis com ajuda da arbitragem, mas desta vez foi nas semifinais. O jogo de ida, na Bombonera, terminou empatado em 2 a 2 após atuação polêmica do paraguaio Ubaldo Aquino, que marcou pênalti duvidoso a favor dos argentinos, depois que Barijho se atirou no chão. No segundo tempo, Fernando sofreu falta do goleiro dentro da área, mas o juiz nada marcou.

  • Reprodução

    Santos x Peñarol, 1962

    O primeiro título de um clube brasileiro na Libertadores poderia ter sido bem menos dramático se não fosse o árbitro chileno Carlos Robles, que apitou o segundo jogo da final, na Vila Belmiro. Em campo, o empate por 3 a 3 daria o título ao Santos: teve até festa nas arquibancadas, volta olímpica e tudo mais. O problema é que, na súmula, o juiz encerrou a partida antes do terceiro gol santista, dando a vitória ao Peñarol. Ele alegou razões de segurança, já que o jogo foi marcado por confusões, invasões de campo e até uma garrafa arremessada contra o bandeirinha. Foi marcada uma terceira partida, em campo neutro, e o Santos venceu por 3 a 0 no Monumental de Núñez.

  • Nelson Antoine/AP Photo

    Corinthians x Boca Juniors, 2013

    A atuação de Carlos Amarilla no jogo de volta das oitavas de final foi marcada por uma sequência de decisões suspeitas contra o Corinthians, que saiu eliminado após o empate por 1 a 1 no Pacaembu. Os corintianos reclamaram de dois gols mal anulados e dois pênaltis não marcados. Para piorar, em 2015, foi divulgada uma gravação atribuída ao ex-presidente da Federação Argentina de Futebol, Julio Grondona, indicando que o árbitro paraguaio foi escolhido a dedo pela entidade para apitar aquele confronto. Leia mais

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