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Recordes, homenagens e participação na política: 17 curiosidades sobre Zico

Colaboração para o BOL

03/03/2019 07h00

Um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro, Arthur Antunes Coimbra, o Zico, completa 66 anos em 3 de março de 2019. Ídolo do Flamengo e da seleção brasileira, o Galinho de Quintino é considerado por muitos como o melhor jogador brasileiro após Pelé. Sua carreira foi marcada por conquistas e recordes. Confira 17 curiosidades sobre Zico.

  • Reprodução/Pinterest

    Origem e início de carreira

    O jovem Arthur começou sua trajetória no esporte jogando futebol de salão pela equipe do Juventude de Quintino. Aos 14 anos de idade chegou ao Flamengo após ser indicado por Celso Garcia, radialista amigo da sua família, que o viu jogar em um torneio de futsal pelo River FC. Nessa partida, Zico marcou 10 dos 15 gols do seu time

  • Reprodução/Twitter @Flamengo

    O Galinho

    O apelido Zico foi dado por Ermelinda Rolim, prima de Arthur. Logo que chegou ao Flamengo, Zico ganhou outro apelido. Por causa do seu físico franzino, pois ele era baixinho e magro, foi chamado de Galinho. Depois se tornou o Galinho de Quintino, por causa do bairro onde morava

  • Reprodução/Notibras

    Ídolo no Flamengo

    Zico começou sua trajetória nas categorias de base do Flamengo em 1967. No time profissional, a estreia aconteceu em 1971. Passou por um trabalho especial para ganhar porte físico e a partir disso entrou para a história do clube. Entre 1971 e 1983 foram 635 jogos e 476 gols. Foi figura fundamental para a conquista de campeonatos estaduais, Copa Libertadores, Copa Intercontinental e campeonatos brasileiros. É o maior jogador da história do Flamengo e cultuado por torcedores até hoje

  • Reprodução/alineacionesinternacional

    Passagem pela Udinese

    A Udinese pagou 4 milhões de dólares para, em 1983, contratar o melhor jogador do futebol brasileiro em atividade. Apesar do tratamento de rei, o Galinho de Quintino aos poucos percebeu que o time italiano não conseguia se estruturar de forma a brigar por títulos. Foram 53 jogos e 30 gols em três temporadas pela equipe. Em 1985, Zico decidiu retornar ao Brasil

  • Reprodução/Buteco do Flamengo

    Retorno ao Brasil

    No segundo semestre de 1985, Zico voltou ao Flamengo, seu clube do coração. O encanto virou tensão quando em jogo contra o Bangu, Zico sofreu uma falta duríssima de Márcio Nunes e se lesionou gravemente. Foram torções nos dois joelhos e no tornozelo esquerdo, além de escoriações na perna direita e uma contusão no perônio esquerdo. Com isso foram necessárias três cirurgias, o que fez com que o Galinho nunca mais conseguisse jogar da mesma forma. Ainda assim, jogou 97 jogos e marcou 33 gols até deixar novamente o Flamengo em 1989, quando decidiu encerrar a carreira

  • Reprodução/Medium

    Ida ao Japão

    Zico parou de jogar por dois anos, mas voltou ao futebol em 1991 para um desafio no futebol japonês. O Kashima Antlers (à época chamado de Sumitomo Metals) foi sua casa entre 1991 e 1994. Marcou 48 gols em 65 jogos disputados por lá. Zico é idolatrado no Japão até hoje e um dos motivos da popularização do futebol no país foi o tempo em que jogou pelo Kashima

  • Reprodução/ocaisdamemoria

    Na seleção

    Zico estreou pela seleção brasileira em 1976 e atuou até 1989. Em sua trajetória com a camisa amarelinha marcou 66 gols em 89 partidas. Ainda hoje é o terceiro maior artilheiro, ficando atrás de Pelé (95 gols) e Ronaldo Fenômeno (66). Jogou três Copas do Mundo: 1978, 1982 e 1986. Não conseguiu uma Copa do Mundo, mas marcou história pelo estilo de jogo arrojado e pelas precisas cobranças de falta

  • Reprodução/mpcrio

    Futebol de areia

    Depois de deixar o futebol japonês e se aposentar do futebol de campo, Zico se aventurou como jogador de futebol de areia. O Galinho teve números expressivos: 41 gols marcados pela seleção brasileira da modalidade entre 1995 e 1996. Conquistou duas vezes o Campeonato Mundial, além da Copa América e o Torneio Internacional do Japão

  • Louisa Gouliamaki/AFP Photo

    Carreira como treinador

    Zico voltou ao Japão em 1996 para ser diretor técnico do Kashima. Três anos depois se tornou treinador do clube. Em 2002, assumiu o comando da seleção japonesa, onde ficou até a disputa da Copa do Mundo. Nesse período, Zico fez o futebol japonês crescer em qualidade. Ainda comandou a seleção do Iraque entre 2011 e 2012 e dirigiu clubes como Fenerbahçe (Turquia), CSKA (Rússia), Olympiacos (Grécia) e FC Goa (Índia)

  • Reprodução/Instagram @zico

    Recordes

    Se há algo marcante na carreira de Zico são os inúmeros recordes que conquistou. Ele é o maior artilheiro de todos os tempos no Maracanã com 333 gols marcados. Também é o maior artilheiro do Fla-Flu com 19 gols. Ele é o maior vencedor da história do prêmio Bola de Ouro / Bola de Prata da revista Placar, com duas bolas de ouro, cinco bolas de prata e ainda dois prêmios de artilheiro. O Galinho foi o maior artilheiro do futebol mundial em 1979 com 89 gols marcados. Foi duas vezes artilheiro do Campeonato Brasileiro (1980 e 1982), além de maior artilheiro da Copa Libertadores em 1981

  • Divulgação/Boavista SC

    Projetos no futebol

    Zico foi o fundador do CFZ, Centro de Futebol Zico, inicialmente chamado de Rio de Janeiro Futebol Clube. O clube de futebol foi criado em julho de 1996 e começou como uma escolinha de futebol. Aos poucos foi se profissionalizando e participou da disputa de diversas competições no Rio de Janeiro, sendo duas vezes campeão carioca da 3ª divisão. Em 2011 se licenciou das competições oficiais e encerrou suas atividades em 2014, devido a problemas financeiros

  • Reprodução/Michel Telles/A Tarde

    Na política

    Durante o governo do presidente Fernando Collor de Mello foi criada a Secretaria de Desportos da Presidência da República. Arthur Antunes Coimbra, o Zico, foi chamado para ser secretário. Ele ficou no cargo entre março e abril de 1991

  • Reprodução/YouTube

    Homenagens

    Pela sua importância dentro e fora dos gramados, Zico recebeu diversas homenagens. Ele ganhou estátuas no Maracanã, no Hall da Fama do Maracanã, na Gávea (centro de treinamento do Flamengo), além de duas estátuas na cidade de Kashima, no Japão. Zico ganhou o Diploma Cristo Redentor em homenagem da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e os seus gols foram declarados patrimônio imaterial do Rio de Janeiro

  • Reprodução/YouTube

    Homenagens artísticas

    Zico foi tema do enredo da escola de samba Imperatriz Leopoldinense no Carnaval de 2014. Além disso, foi homenageado em músicas como "Camisa 10 da Gávea", de Jorge Ben Jor e "Zico é Nosso Rei", de Alexandre Pires. Em 2013 foi lançado o documentário "Zico na Rede", dirigido por Paulo Roscio, que conta a trajetória do Galinho

  • Pedro Martins/Agif

    Jogo das Estrelas

    Todos os anos, no mês de dezembro, Zico organiza o Jogo das Estrelas, partida amistosa na qual reúne amigos, ex-jogadores, jogadores em atividade e outras personalidades. O jogo acontece no Maracanã e recebe bom público. O objetivo é reverter a bilheteria da partida em ajuda para instituições carentes

  • Reprodução/Facebook @Zico

    Comentarista esportivo

    Zico também fez participações como comentarista nos canais Esporte Interativo. O Galinho era sempre escalado para comentar jogos da Liga dos Campeões da Europa. Também no Esporte Interativo apresentou o programa Zico na Área. Outros projetos foram o programa Futebol de Verdade na Rádio Globo e o Canal Zico 10, no Youtube, onde publica dois vídeos por semana

  • Reprodução/Matulon

    Cantor

    Além dos gramados, Zico também se arriscou no microfone. Em 1982, o cantor e compositor Fagner o convidou para gravar um compacto simples, disco de vinil com apenas duas músicas. O disco seria gravado por Fagner e Martinho da Vila, mas, por problemas com a gravadora, Martinho não pôde participar. Fagner pediu socorro para Zico e, de um lado do compacto, os dois cantaram "Batuquê de Praia", que chegou a ter um videoclipe gravado e a fazer algum sucesso no rádio

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