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Lugares que dão medo: conheça 12 locais que é melhor você nem chegar perto

Colaboração para o BOL

26/12/2018 14h00

Alguns lugares no mundo podem ser bem assustadores. A nossa dica é: não visite estes lugares! A menos que seja corajoso o suficiente para enfrentar o que eles escondem.

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  • Reprodução/Mental Floss

    Aokigahara, Japão

    Aokigahara é uma floresta aparentemente bucólica, próxima ao Monte Fuji, no Japão. Mas ela esconde uma característica pra lá de terrível: é conhecida como a Floresta do Suicídio, por ser um dos principais lugares em todo o mundo onde as pessoas tentam acabar com a própria vida. De acordo com o site CN Traveler, só no ano de 2010, 247 pessoas tentaram cometer suicídio na floresta. As causas desse fenômeno são desconhecidas. A lenda local diz que a floresta está cheia de demônios, mas uma explicação mais racional para o local seria o fato de ser bem fácil se perder nesta floresta, que é quase um labirinto, causando desespero naqueles que não conseguem encontrar o caminho de volta

  • Reprodução/YouTube

    Cratera de Darvaz, Turcomenistão

    A Cratera de Darvaz, no Turcomenistão, tem um apelido assustador: Porta para o Inferno. Trata-se de uma cratera de 60 metros de largura que nunca para de queimar e permaneceu acesa nos últimos 47 anos. A história é a seguinte: em 1971, na busca por petróleo, trabalhadores atingiram acidentalmente uma reserva de metano, levando a plataforma de perfuração ao colapso e formando a cratera, que, além de tudo, libera o perigoso gás metano no ar

  • Reprodução/Anfrix

    Cueva de los Cristales, México

    A Caverna de Cristais, em tradução para o português, fica no México e, apesar de extremamente linda, é também extremamente perigosa. Trata-se de uma caverna de 10 por 30 metros com cristais gigantes de selenite em seu interior. O maior cristal chega a 11 metros de comprimento e pesa 55 toneladas. Mas entrar na gruta é bem difícil, já que os cristais são afiados. E não é só isso: a temperatura por lá pode chegar a 58ºC, e a umidade a 100%

  • Reprodução/Amino Apps

    Dadipark, Bélgica

    Este enorme parque de diversões na cidade de Dadizele, na Bélgica, foi inaugurado na década de 1950. Porém a diversão acabou quando, em 2000, um menino sofreu um trágico acidente no local, perdendo um braço. Em 2002, o parque fechou permanentemente e o local ficou abandonado, tomado pela vegetação e com um aspecto bem assustador. Hoje, o Dadipark é conhecido como o Parque do Terror

  • Reprodução/Love These Pics

    Ilha Hashima, Japão

    No Japão, mais precisamente na província de Nagasaki, fica a Ilha de Hashima, que, entre os anos de 1887 e 1974, era uma grande área de extração de carvão, onde residiam também os trabalhadores locais. Depois desse período, a ilha foi abandonada e hoje é uma verdadeira cidade deserta

  • Reprodução/Imgur

    Ilhas de Izu, Japão

    O conjunto de Ilhas de Izu, no Japão, é formado por 20 ilhas e ilhotas vulcânicas e pode ser considerado um lugar bem perigoso para os que as habitam ou viajam por lá. Isso porque o vulcão do monte Miyake-Jima pode liberar, a qualquer momento, gases venenosos e bem nocivos para à saúde. Em 1953, a atividade vulcânica destruiu uma estação de pesquisa, causou a morte de 31 pessoas e obrigou todos os seus moradores a fugirem às pressas da ilha com máscaras protetoras contra o gás. Em 2000, os moradores, que já haviam retornado aos seus antigos lares, novamente precisaram deixar suas casas e fugir para outro local seguro. O governo só voltou a liberar o retorno às ilhas em 2005, mas sob a condição de todos que por lá estejam carreguem 24 horas por dia máscaras de gás consigo, como medida de proteção

  • Reprodução/YouTube

    Ilha da Queimada Grande, Brasil

    No Brasil, em São Paulo, também fica um dos lugares mais perigosos para os seres humanos. A Ilha da Queimada Grande é também conhecida como Ilha das Cobras, porque abriga uma das maiores quantidades do animal por metro quadrado. A entrada na ilha é controlada pela Marinha do Brasil e só é permitida para pesquisadores que visitam o local em busca do veneno das cobras para a fabricação de soro anti-ofídico

  • Reprodução/Cabine Treet

    Ilha de Sentinela do Norte, Índia

    Localizada no arquipélago de Andamã e Nicobar, na Índia, às margens do Oceano Índico, a Ilha da Sentinela do Norte é um lugar impossível de entrar. Isto por conta dos sentineleses, povo que mora na ilha há mais de 2 mil anos e que nunca teve contato com o resto do mundo. A tribo tem aproximadamente 200 pessoas. Eles são bastante hostis com aqueles que se aproximam da costa. Em novembro de 2018, um jovem norte-americano, que violou a lei que proíbe a entrada no território e que buscava evangelizar o povo, foi morto por se aproximar e tentar contato com a tribo

  • Reprodução/Mother Nature Network

    Lago Fervente, Dominica

    O Boiling Lake, ou Lago Fervente, fica na Ilha de Dominica e é um verdadeiro caldeirão de água fervente. Para se ter uma ideia de quão quente a água pode ser, quando foi descoberto, em 1870, por dois ingleses que trabalhavam no país, só foi possível medir a temperatura nas margens do lago, que já chegavam a 91,5ºC. No centro do lago, é impossível chegar! Na verdade, até chegar perto pode ser difícil, já que o local fica coberto por nuvens de vapor. Estima-se que o Boiling Lake pode atingir 59 metros de profundidade

  • Reprodução/World Atlas

    Lago Karachai, Rússia

    O Lago Karachai fica na Rússia e é considerado o lugar mais poluído de todo mundo, de acordo com as organizações Worldwatch Institute e Natural Resources Defense Council. Isto porque, nos anos 1950, a União Soviética utilizava o local como depósito dos resíduos radioativos das instalações nucleares Mayak. Em 1968, meio milhão de pessoas foi contaminada com poeira radioativa que dispersou do lago. Entre 1978 e 1986, o lago foi aterrado com mais de 10 mil blocos de concreto

  • Reprodução/Chernobylplace

    Pripyat, Ucrânia

    Pripyat foi o lugar onde aconteceu o Acidente de Chernobil, na Ucrânia. Em 26 de abril de 1986, houve uma grande explosão na Usina Nuclear de Chernobil que lançou enormes quantidades de partículas radioativas por todo o lugar, espalhando-as por parte da Europa Ocidental. O incidente foi um dos únicos a receber, junto ao que ocorreu em Fukushima, no Japão, em 2011, a classificação máxima da Escala Internacional de Acidentes Nucleares. O resultado foi uma catástrofe que resultou na morte, de acordo com a ONU, de aproximadamente 4 mil pessoas, além de muitos esforços para conter a expansão das partículas radioativas. Além disso, outro resultado foi o completo abandono da cidade de Pripyat, que se transformou basicamente em uma cidade fantasma

  • Reprodução/Opinion

    Yungas, Bolívia

    Na Bolívia, a estrada Camino a los Yungas pode ser bem assustadora. Ela leva de La Paz à cidade de Coroico e é conhecida como a Estrada da Morte. Ela costumava causar a morte de 200 a 300 pessoas por ano, por se tratar de uma pista bem estreita, sem grades de proteção e que serpenteia montanhas enormes da Floresta Amazônica. A estrada pode chegar a uma altura de 4,7 mil metros e, hoje, atrai muitos ciclistas de regiões montanhosas

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