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15 jogadores que tiveram a camisa aposentada no futebol

Colaboração para o BOL

27/01/2019 14h00

No dia 22 de janeiro foi o aniversário do ex-jogador e atual treinador Rogério Ceni. Conhecido como M1TO pela torcida do São Paulo, clube onde jogou entre 1990 e 2015, Ceni ainda faz parte da história da equipe, que aposentou a camisa 01, antes utilizada por Rogério. No futebol são comuns casos semelhantes. Relembre números que foram aposentados pelos clubes e os jogadores que motivaram essas aposentadorias marcantes.

  • Gilvan de Souza/CR Flamengo

    Camisa 12 do Flamengo

    Em outubro de 2007, o Flamengo decidiu aposentar a camisa 12 em homenagem à sua torcida. Para o clube rubro-negro, o torcedor representa o 12º jogador do time, o apoio que nunca deixa de estar presente nas partidas. A camisa 12 foi brevemente utilizada pelo goleiro Júlio César em 2018, que retornou ao clube para encerrar a carreira. Logo após o fim da jornada de Júlio César, o número voltou a ser aposentado

  • Reprodução/YouTube

    Camisa 01 de Rogério Ceni no São Paulo

    Rogério Ceni é um dos maiores ídolos da história do São Paulo Futebol Clube. Uma das marcas registradas de Ceni era usar a camisa 01 (e não apenas 1, como a maioria dos goleiros). Em 2015, o goleiro anunciou sua aposentadoria. Com isso, o São Paulo optou por aposentar a camisa 01. No entanto, a camisa 1 (sem o 0 antes) ainda é utilizada por outros jogadores

  • Reprodução/Trivela.com.br

    Camisa 12 de Marcos no Palmeiras

    Ídolo da torcida do Palmeiras e goleiro titular da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2002, o goleiro Marcos ficou no clube alviverde de 1992 a 2012. Tendo a camisa 12 como sua marca registrada, o Palmeiras optou por aposentar o número durante cinco anos. A camisa 12 só voltou a ser utilizada em 2017, com a contratação do atacante Miguel Borja. Hoje quem veste é o lateral-direito Mayke

  • Camisa 11 de Romário no América/RJ

    Camisa 11 de Romário no América/RJ

    Clube do coração do ex-jogador Romário, o América-RJ resolveu aposentar, em 2009, a camisa 11 em homenagem ao ídolo. Romário, inclusive, encerrou sua carreira profissional vestindo a camisa do América

  • Jamira Furlani/Avaí FC

    Camisa 88 de Cléber Santana no Avaí

    Cléber Santana jogou no Avaí em três temporadas: 2012, 2013 e 2014 e se tornou ídolo do clube, atuando em mais de 100 jogos. Em 2016, quando jogava pela Chapecoense, morreu após acidente de avião que vitimou quase todo o elenco do clube rival do Avaí. Como forma de homenagem, o Leão optou por aposentar a camisa 88, que era usada por Santana

  • Reprodução/thesefootballtimes.co

    Camisa 10 de Pelé no New York Cosmos

    Considerado o maior jogador da história do futebol, Pelé defendeu o clube americano New York Cosmos entre 1975 e 1977. A sua lendária camisa 10 foi aposentada em definitivo pela equipe, sendo utilizada apenas em casos onde é obrigatória numeração fixa

  • Reprodução/tn.com.ar

    Camisa 10 de Maradona no Napoli

    Maradona foi ídolo na Itália vestindo a camisa 10 do Napoli. Desde que saiu do clube, em 1991, nunca mais nenhum outro jogador foi liberado a usar o número na equipe. Nem mesmo um pedido do próprio Maradona para que o atacante Lavezzi vestisse a camisa 10, em 2010, foi aceito pela diretoria

  • Reprodução/Pinterest

    Camisa 14 de Cruyff no Ajax

    Em duas passagens pelo Ajax, Johan Cruyff usou a camisa 14 por 12 temporadas. É o maior ídolo da história da equipe de Amsterdã. Para ficar ainda mais eternizado na história do clube, a camisa 14 nunca mais foi usada por outro jogador

  • Reprodução/101greatgoals.com

    Camisa 4 de Zaneti na Inter de Milão

    O argentino Javier Zanetti é o recordista em número de jogos com a camisa da Internazionale de Milão. Ao todo foram 858 partidas no período entre 1995 a 2014. Como forma de homenagem, a camisa 4, usada por Zanetti, foi aposentada

  • Reprodução/news.sky.com

    Camisa 13 de Astori na Fiorentina e Cagliari

    O zagueiro italiano Davide Astori se tornou ídolo em duas equipes: Cagliari (onde jogou de 2008 a 2016) e a Fiorentina (de 2016 a 2018). O jogador morreu em março de 2018, em um hotel de Udine, na Itália, antes de uma partida da Fiorentina. Tanto o Cagliari quanto a Fiorentina optaram por aposentar a camisa 13, que era usada por Astori

  • Reprodução/apuntesderabona.com

    Camisa 10 de Roberto Baggio no Brescia

    Quem não lembra de Roberto Baggio, o camisa 10 italiano que perdeu o pênalti na final da Copa do Mundo de 1994? Já no fim da carreira, Baggio foi contratado pelo Brescia, clube pequeno da Itália. Vestiu a camisa 10, atuou em 141 jogos e marcou 96 gols, levando a equipe para a disputa da Copa da UEFA. Como homenagem, a camisa 10 do Brescia foi aposentada

  • Reprodução/5wfootball.com

    Camisa 3 de Paolo Maldini no Milan

    Não há dúvidas que Paolo Maldini foi um dos maiores jogadores da história do Milan. O defensor, que construiu toda sua carreira no futebol jogando pelo rubro-negro italiano entre 1984 a 2009, foi homenageado pelo clube tendo a camisa 3 aposentada

  • Reprodução/goal.com

    Camisa 23 de Foé no Manchester City

    O camaronês Marc-Viven Foé enfrentou a seleção brasileira na Copa das Confederações de 2003. Na mesma competição, no dia 26 de junho, durante o jogo entre Camarões e Colômbia, Foé passou mal e desmaiou em campo, tendo uma parada cardíaca e morrendo em seguida. O Manchester City, da Inglaterra, clube onde o jogador atuava, aposentou a camisa 23 em sua homenagem

  • Reprodução/Mercado Livre

    Camisa 26 de Humberto Suazo no Monterrey

    O atacante chileno Suazo fez sucesso no Monterrey, do México, em duas passagens: de 2007 a 2009 e de 2010 a 2014. A equipe mexicana aposentou a camisa 26, mas Suazo pediu uma condição. Caso algum parente dele jogue pelo clube, poderá usar a camisa protegida

  • Reprodução/Gazetadopovo.com.br

    Camisa 1 de Robert Enke no Hannover 96

    Robert Enke atuou no Hannover 96 entre 2004 e 2009. O ex goleiro da seleção alemã cometeu suicídio em novembro de 2009, o que comoveu não apenas o time de futebol, mas toda a Alemanha. O Hannover 96 optou por aposentar a camisa 1 em homenagem póstuma a Enke

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