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Haja polêmica! A trajetória de Guilherme Fontes em 12 fotos

Colaboração para o BOL

08/01/2019 08h00

Perdeu a virgindade aos 12 anos, usou cocaína, se envolveu em polêmica com o Tribunal de Contas da União e foi o mocinho que viveu o par de Sandy Lima em uma novela. Está bom ou quer mais? Guilherme Fontes completa 52 anos nesta terça-feira (8/1/2019) e o BOL conta para você algumas das controvérsias em que o nome do ator já esteve envolvido.

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  • Reprodução/Instagram @guilherme.fontes.oficial

    Virgindade

    "Foi tão banal, tão simples. Era muito novo e peguei uma empregada. Foi engraçado. Passei um fim de semana transando, não sabia nada. Depois fui atacado de noite, ela dizendo que eu a tinha engravidado. Foi horrível", contou o ator à revista Playboy ao revelar que perdeu a virgindade com 12 anos. Na imagem, postada pelo próprio ator, ele aparece com "oito ou dez anos" (segundo informação divulgada por ele na legenda)

  • Reprodução/Who's Dated Who

    Romances

    Em relação aos romances famosos do ator, vale lembrar que ele foi casado com a atriz Claudia Abreu (foto), com quem começou a namorar ainda durante as gravações de "Bebê a Bordo". Mas ela não foi a única famosa com quem ele se envolveu. Pelo menos foi o que garantiu ao falar sobre Luana Piovani em entrevista à revista Playboy: "Minha passagem ali foi rápida, namoramos só uns três, quatro meses. Tinha acabado de me separar da Claudia, em 1994. Naquela fase, passei dois anos saindo um pouco mais, aproveitando". Muito assediado no auge do sucesso, ele se casou com Patrícia Lins da Silva de quem se separou em 2014 e mantém um perfil discreto quanto aos seus amores

  • Joao Cordeiro Jr./Folha Imagem

    Surubeiro?

    "Fui comedor só antes de começar a casar. Nunca fui surubeiro. E nem gosto de traição. Dos meus 15 aos 21, fiz aquele strike natural que você faz ou fazem com você. Quando você é garoto, é comum ser amante, pegar mulher (casada) insatisfeita. Depois fiquei uns dois anos nessa farra depois que me separei da Claudia. Agora estou solteiro, calmo e nem quero casar tão cedo. Não quero nem sair de mão dada", contou em entrevista à revista Playboy em 2015, após o término do casamento com Patrícia Lins da Silva, com quem ficou por treze anos e teve dois filhos, Carlos e Carolina

  • Nelson Di Rago/Divulgação/TV Globo

    "Bebê a Bordo"

    A carreira de Guilherme Fontes na TV começou em meados de 1985, com a novela "Ti Ti Ti", mas o sucesso veio mesmo três anos depois, com o personagem Rei, de "Bebê a Bordo". "Essa novela foi um barato. Na época, em 1988, ela já foi considerada moderna demais", lembrou o ator em entrevista ao site Uai. Na imagem, ele aparece ao lado de Guilherme Leme, com quem contracenava na trama de Carlos Lombardi

  • Divulgação/TV Globo

    Baita currículo

    Guilherme Fontes possui algumas outras tramas de peso pelas quais é lembrado até hoje, entre elas "Mulheres de Areia" (1993) e "A Viagem" (1994). "Quando um artista consegue carregar uns três, quatro clássicos na carreira, ele já está realizado. Acho que consegui isso. "Tenho trabalhos que estão na memória de todos", afirmou o profissional em entrevista ao site Uai. Várias gerações conhecem e adoram o Alexandre [personagem vivido por ele em 'A Viagem']. Outro dia mesmo uma criança ficou superempolgada em me ver. É bacana isso. Alexandre é um personagem tão forte que quero levá-lo para o cinema. Tem um projeto de filme para ele"

  • Divulgação/TV Globo

    Uso de drogas

    "Não há nada pior do que uma ressaca de cocaína. Mas nunca deixei isso tomar conta da minha vida. Nunca comprei... Uma vez eu tomei um ecstasy, uma coisa horrorosa. Primeiro que ele tinha o tamanho de um Cebion. Segundo que começou a me dar umas tremedeiras nas pernas. Achei que fosse morrer mesmo naquele momento. Depois foi legal, mas acho que mais por causa do álcool que eu tinha tomado. Mas aquilo deu um revertério em mim que eu achei muito estranho, muito estranho. Foi só uma vez para nunca mais", revelou Guilherme Fontes sobre suas experiências com drogas em entrevista à revista Playboy

  • Reprodução/TV Globo

    Par da Sandy

    Guilherme Fontes participou de muitas tramas como "Beleza Pura" (2008), "Tudo Novo De Novo" (2009), "As Brasileiras" (2012), "Cordel Encantado" (2011), "Além do Horizonte" (2013) e "Boogie Oogie" (2014), mas entre seu sucesso inicial na década de 1990 e esse outro, ele ficou um tempo afastado da TV, até retornar em 2000 para viver Tony Salles, o par de Sandy (foto) na novela "Estrela Guia". "Fiquei até 1999 envolvido com o filme. Quando ganhei a ação no TCU, deu aquele vácuo de silêncio na inteligência. E agora? Das páginas policiais, passei imediatamente a príncipe da princesa. A Denise Saraceni [diretora de TV] me chamou para ser o par da Sandy. Achei aquilo emblemático. Eu estava quebrado", relatou em entrevista à Revista Status

  • Reprodução/TV Globo

    Implante de cabelo

    "É algo que sempre quis fazer. Sempre tive problema de queda de cabelo. Criei coragem. Minha preocupação é estar bem de saúde, de cabeça. Não quero me tornar aquele cara que repete: 'Ah, quando eu tinha 20 anos?'. Morro de medo de cafonice, caretice, chatice. Meu primeiro emprego foi em loja de roupas, na Yes Brazil. Aprendi que você deve estar sempre à frente ou atrás da moda. Nunca nela. Sou low profile, apesar das más línguas", contou Guilherme Fontes em entrevista à Revista Status em 2014

  • Bruno Poletti/Folhapress

    "Chatô"

    Em 2015, após 20 anos, o filme "Chatô, o Rei do Brasil", uma biografia do jornalista Assis Chateaubriand, o jornalista que trouxe a televisão para o Brasil e comandou um império de rádios, TVs e revistas, estreou sob muitas polêmicas. De acordo com o ator, com suas economias, ele pagou o dobro do preço do mercado pelo direito de filmar a obra, escrita pelo jornalista Fernando Morais (foto). O Tribunal de Contas da União (TCU) afirmou que Fontes captou, entre patrocinadores, R$ 8.641 milhões para fazer o filme, mas o condenou por não apresentar o "produto final" e cometer "irregularidades na aplicação de recursos". Mesmo após a estreia da película, no entanto, o caso continuou rendendo e, segundo o G1, em 2015, após calcular juros, multas e correção monetária, o TCU estipulou o débito do artista em R$ 78.060.215,13, ao que ele recorreu

  • Divulgação/TV Globo

    Quebrado

    "Estou numa fase calma. Sinto que vou retomar o ritmo aos poucos. Passei nos últimos anos por coisas estranhas, que levariam qualquer um a querer sumir. Eu tinha quatro empresas: uma finalizadora de cinema, uma produtora, um estúdio e uma editora. Com essa maluquice do filme, as quatro quebraram. Tudo em cinco anos, entre 1999 e 2004. Como não tinha nada a dever, concretamente, pensei: 'Tá maluco? Cuide de você'. Ainda mais eu, que estudei tanto sobre quão volúvel é a imprensa. Em 2005, resolvi fazer filhos [Carolina e Carlos]. Minhas obras concretas", desabafou o ator em entrevista à Revista Status em 2014

  • Reprodução/Instagram @guilherme.fontes.oficial

    País de m****

    Em 2016, depois do anúncio de que "Pequeno segredo", de David Schurmann, seria o filme brasileiro selecionado para disputar uma vaga no Oscar, Guilherme Fontes resolveu colocar a boca no trombone, ou melhor, nas redes sociais. "Realmente, um país de m****. 'Chatô' recebeu prêmio APCA de melhor diretor da Associação de Críticos, todos prêmios ABC de técnicos da Associação Brasileira de Cinematografia e concorre a 12 indicações da Academia Brasileira de Cinema. O Ministério da Cultura junto com Luis Carlos Barreto foram os responsáveis por mais de 15 anos do atraso do filme e o TCU afirma que eles estavam errados. 99% da crítica foi unânime e junto com o público reconhecem a alta qualidade do filme. E agora eles indicam ao Oscar um filme que ninguém viu. Patético", detonou

  • Neto Dias/Divulgação

    "Pacto de Sangue"

    Em agosto de 2018, Guilheme Fontes voltou à televisão. Protagonista da série "Pacto de Sangue", do canal Space, ele dá vida a um repórter que trabalha em uma emissora do Pará e tem uma conduta duvidosa: "Silas Campello quer ir longe e vai se tornar uma das pessoas públicas mais polêmicas e influentes da cidade. Acho que uma das questões que mais me seduziram foi o lado obscuro do personagem. Um cara que fica posando como paladino da moralidade, mas que, na verdade, está de conchavo com o crime. Ele tem uma ética absolutamente particular, uma ambição desmedida, que o leva para os lugares mais sombrios", pontuou o ator em entrevista ao site Uai

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