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Nove fatos sobre a primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro

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Imagem: Reprodução Facebook

Colaboração para o BOL

01/01/2019 07h00

Michelle de Paula Firmo Reinaldo era o nome de solteira daquela que, hoje (1/1/2019), assume oficialmente o posto de primeira-dama do Brasil. Michelle Bolsonaro mudou a trajetória do marido, tem pulso firme quando o assunto é a educação das filhas e já sabe muito bem o que quer fazer nesse período como esposa do presidente. Confira a trajetória da madrasta de Flávio, Eduardo, Carlos e Renan Bolsonaro.

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  • AP

    Origem

    Nascida em 22 de março de 1980, em Ceilândia (DF), a primeira-dama tem 38 anos e é filha de Maria das Graças Firmo Ferreira e do cearense Vicente de Paulo Reinaldo, conhecido como "Paulo Negão"

  • Reprodução Facebook

    Romance

    Michelle e Bolsonaro, que têm uma diferença de idade de 27 anos, se conheceram em 2007, quando a agora primeira-dama trabalhava como secretária parlamentar na Câmara dos Deputados. Pouco tempo depois, a convite daquele que viria a ser seu marido, foi trabalhar com o próprio e, em setembro, acabou nomeada secretária parlamentar do gabinete de Bolsonaro. Em novembro do mesmo ano, eles oficializaram a união no civil - umas das condições impostas por ela para que o relacionamento se tornasse sério - e, seis anos depois, realizaram a cerimônia religiosa, celebrada pelo pastor Silas Malafaia no Rio de Janeiro com cerca de 150 convidados. Em homenagem ao amado, ela fez uma tatuagem no pulso. Leia mais.

  • Reprodução/Facebook

    Exonerada

    Por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que proibiu a contratação de parentes até terceiro grau, Michelle acabou sendo exonerada do cargo no gabinete do marido em 2008

  • Reprodução/Facebook/Jair Bolsonaro

    Mãe

    Michelle é mãe de Letícia, 16, de um relacionamento anterior, mas registrada pelo atual marido, e de Laura, de oito anos. Em 2017, no Clube Hebraica do Rio de Janeiro, Jair Bolsonaro disse: "Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens; a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher". A "fraquejada" é Laura, filha caçula do presidente. Pela esposa, o político reverteu a vasectomia que havia feito, pois ela deixou claro o desejo de ser mãe novamente. De acordo com reportagem do site G1, além de muito religiosa, a primeira-dama é também "linha dura" quando o assunto é a educação das filhas

  • Leo Correa/AP Photo

    Religião

    Evangélica, Michelle frequentou, por muitos anos - desde 2008 -, a Assembleia de Deus Vitória em Cristo (Advec), fundada por Silas Malafaia, mas após o casamento com Bolsonaro, que acabou se distanciando de Malafaia por razões políticas, tornou-se fiel da Igreja Batista Atitude, onde atua traduzindo cultos para surdos e mudos na Língua Brasileira de Sinais (Libras). Ela foi a responsável por levar o marido, até então católico, para a nova corrente religiosa, que lhe rendeu um número expressivo de votos

  • Reprodução/Facebook/@BolsoSurdos

    Libras

    A primeira-dama tem um tio surdo, que a ensinou o alfabeto em Libras e fez com que ela se interessasse pela causa. Depois de ter conhecido um casal de surdos na Advec (Assembleia de Deus Vitória em Cristo), ela passou a atuar de vez em defesa dos direitos da comunidade surda

  • José Lucena/Futura Press/Estadão Conteúdo

    Discreta

    Sem perfil ativo no Facebook, a primeira-dama acompanhou a corrida eleitoral vencida pelo marido à distância e apareceu poucas vezes ao lado de Bolsonaro durante o período. Mesmo na biografia "Mito ou Verdade", escrita pelo enteado Flávio Bolsonaro, ela não é mencionada. Supostamente, uma estratégia para preservar a imagem de Michelle

  • Igo Estrela/Estadão Conteúdo

    Candidatura do marido

    Em uma rara entrevista, Michelle falou ao Jornal Nacional sobre a opção do marido em concorrer à Presidência: "Deve estar maluco, mas, se ele quer, vou apoiá-lo. Agora, está nas mãos de Deus"

  • Ricardo Moraes/Reuters

    Futuro como primeira-dama

    Na entrevista ao Jornal Nacional, Michelle deixou claro o que o país pode esperar dela em seu futuro como primeira-dama: seu desejo é fazer "todos os trabalhos sociais possíveis". "É um chamado que eu tenho, né? Tive essa aproximação com as pessoas com deficiência, os surdos, eu tive um tio surdo também. Tenho muito amor por essa comunidade. Quero fazer o melhor", afirmou

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