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Ateia convicta, filhos na escola pública: saiba mais sobre Andréa Beltrão

Colaboração para o BOL

16/09/2018 07h00

Andréa Beltrão completa 54 anos neste domingo, 16 de setembro, e deve chegar em breve às telas do cinema como a protagonista de "Hebe", filme sobre a vida da apresentadora Hebe Camargo.

Relembre a seguir a trajetória e as declarações polêmicas e curiosas da atriz.


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  • Reprodução/TV Brasil

    Uma artista completa

    Além de atriz, Andréa Beltrão é cineasta, comediante e roteirista de cinema, teatro e TV. Carioca, é casada com o também cineasta Maurício Farias, com quem teve três filhos, Francisco, Rosa e José

  • Reprodução/Bruna Guerra/Glamurama/UOL

    Não acredita em nada

    Em várias entrevistas, a atriz já declarou que é uma ateia convicta. É de uma família de céticos, não foi batizada e não fez a primeira comunhão. Andréa Beltrão disse que tem "alguma espiritualidade", mas que "isso não tem nada a ver com religiosidade"

  • Reprodução/Wallace Barbosa/AgNews/Caras/UOL

    Casamentos

    A atriz já foi casada com o diretor Guel Arraes, na década de 1980. Há 23 anos, é casada com Maurício Farias, diretor e cineasta, pai de seus três filhos

  • Reprodução/Revista Quem

    Filhos

    Francisco, Rosa e José, os três filhos da atriz, estudaram em escola pública e andam de ônibus. Durante dez anos, ela manteve os filhos na escola Dom Pedro II, no Rio, um colégio público federal onde a própria atriz estudou e onde sua mãe deu aulas. Em 2013, a atriz contou, em entrevista ao IG, que havia tirado os filhos dessa escola por causa das greves, embora achasse o ensino maravilhoso. "Uma vez, foram quatro meses sem aula e fiquei angustiada: 'Não dá. Não vou fazer experiência com três crianças. Eu posso pagar uma escola para eles'. E foi o que fiz", disse ela

  • AgNews

    Drogas

    Sobre drogas, Andréa diz que nunca fugiu do assunto ao abordar os próprios problemas no passado, quando tinha "20 e poucos anos" e percebeu que precisava de ajuda. Frequentou o grupo de apoio Narcóticos Anônimos por quatro anos

  • Reprodução/Instagram @andreabeltraoatriz

    Sem maquiagem

    Dona de uma beleza natural e despojada, Andréa Beltrão não é adepta de maquiagem e cirurgia plástica. A atriz mantém o corpo esguio graças à prática de natação e vôlei

  • Reprodução/Cedoc/Globo

    O início no teatro

    Tudo começou no Teatro Tablado, em 1978, quando Andréa estreou interpretando o personagem João Grilo na peça "O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna. No início da década de 1980, integrou vários grupos teatrais, entre eles o Manhas e Manias, que recebeu ao todo 13 prêmios por seus espetáculos infantis, e o Manhas de Cabaré, que promoveu a reforma do teatro Gláucio Gil com espetáculos de dança, música e cursos de teatro. O primeiro espetáculo adulto profissional da atriz foi a peça "Beijo no Asfalto", em 1984

  • Reprodução/Cedoc/Globo

    Zelda Scott

    Andréa Beltrão estreou na televisão em 1984, em "Corpo a Corpo", novela de Gilberto Braga, mas ficou mais conhecida como Zelda Scott no seriado "Armação Ilimitada", dirigido por Guel Arraes, entre 1985 e 1988. O papel marcou sua carreira: a jornalista Zelda Scott protagonizava um triângulo amoroso com os esportistas Juba (Kadu Moliterno) e Lula (André de Biase), que dividiam a casa com Bacana (Jonas Torres). O programa mostrava com humor as aventuras vividas pelos jovens personagens e foi um marco na TV pela linguagem anárquica, que unia música, história em quadrinhos e videoclipe

  • Reprodução/Gianne Carvalho/TV Globo

    Radical

    Mesmo tendo marcado época com "Armação Ilimitada", a atriz conquistou o público definitivamente em 1993 ao protagonizar "Radical Chic", personagem de quadrinhos criada por Miguel Paiva. Os questionamentos de Radical Chic eram debatidos no palco, onde a apresentadora Maria Paula comandava uma disputa entre meninos e meninas, valendo prêmios em dinheiro. Os temas, quase sempre, eram relacionados a namoro e sexo, e isso gerou polêmica e a vigilância constante da 1ª Vara de Menores do Rio de Janeiro

  • Divulgação/TV Globo

    Protagonista

    Andréa Beltrão também atuou em outras novelas da TV Globo como "Rainha da Sucata" (1990), "Pedra sobre Pedra" (1992), "Mulheres de Areia" (1993) e "A Viagem" (1994). Em 1996, ganhou sua primeira protagonista, a Helena, em "Vira Lata", e, em 1998, interpretou a vilã Bruna da novela "Era Uma Vez", de Walter Negrão

  • Reprodução/TV Globo

    A Grande Família

    Sem passar muito tempo longe das telas, Andréa ainda participou de episódios da série "Brava Gente", de quadros do programa Fantástico (como As 50 Leis do Amor e Sitcom.br, em 2004) e de seriados como "Os Aspones", também em 2004. A atriz brilhou no elenco do seriado "A Grande Família", em que deu vida à cabeleireira Marilda, sucesso de público entre 2002 e 2009

  • Divulgação

    Tapas e Beijos

    Andréa Beltrão interpretou Sueli na série de humor "Tapas e Beijos" (2011). A personagem dividia um apartamento no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, com a amiga Fátima, personagem de Fernanda Torres (foto). Durante cinco temporadas de muito sucesso, as amigas lidaram com os sonhos de muitas mulheres, esperando encontrar seus príncipes encantados

  • Divulgação

    No cinema

    Mesmo atuando na televisão, Beltrão não deixou o cinema. Fez sua estreia no filme "Bete Balanço", em 1984. Em seguida, atuou em "Garota Dourada" e também participou dos longas "O Escorpião Escarlate" e "Minas-Texas". Foi dirigida pelo atual marido, o cineasta Mauricio Farias, em "O Coronel e o Lobisomen", "A Grande Família - O Filme" e "Verônica"

  • Reprodução

    Sex symbol

    Em 1992, quando deu vida à personagem Úrsula, de "Pedra Sobre Pedra", novela de Aguinaldo Silva, Andréa Beltrão protagonizou inúmeras cenas de amor com o ator Fábio Jr, e passou a ser considerada símbolo sexual. Além disso, o figurino despojado de Úrsula virou moda entre as jovens brasileiras na época

  • Reprodução/Alex Palarea/AgNews

    Premiadíssima

    Com o teatro, Andréa Beltrão ganhou o Prêmio Shell de melhor atriz pela peça "A Prova" (2002), de Aderbal Freire Filho. Também levou os prêmios de melhor atriz no Festival de Cinema de Natal, pelo longa "O Escorpião Escarlate" (1990), e no Festival de Cinema de Brasília, por "Minas-Texas" (1989). Em 2008, ganhou novamente o prêmio de melhor atriz, desta vez por sua atuação, ao lado de Marieta Severo, na peça "As Centenárias", de Newton Moreno. Em 2016, estreou a peça "Antígona", de Sófocles, adaptada por ela e pelo diretor Amir Haddad a partir da tradução de Millôr Fernandes, o que lhe rendeu mais um prêmio, o APCA de melhor atriz 2017

  • Reprodução/Instagram @andreabeltraoatriz

    Na pele de Hebe

    As filmagens do longa sobre a vida de Hebe Camargo estão em andamento e, recentemente, foi divulgada a primeira foto oficial com Andréa Beltrão loira e caracterizada como a apresentadora. A produção, que se passa na década de 1980, terá como pano de fundo um retrato dos costumes, da cultura e da política do Brasil pelo olhar de Hebe. Com direção de Maurício Farias e roteiro de Carolina Kotscho, o longa mostra uma mulher determinada a assumir o controle de sua carreira, em uma época em que o machismo era vigente na sociedade. Ainda sem data de estreia, o filme tem no elenco Marco Ricca, Danton Mello, Gabriel Braga Nunes, Karine Teles e Daniel Boaventura

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