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Dicas de especialistas para melhorar sua vida sexual e não cair na rotina

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Imagem: Orlando/UOL

Colaboração para o BOL

2019-04-30T08:00:00

30/04/2019 08h00

Em relacionamentos longos é quase inevitável que, em algum momento, o sexo caia na mesmice. No entanto, é fácil reagir, a partir do momento em que o casal detecta problemas. Basta parar de se comportar da maneira habitual e tomar iniciativas para mudar, dividindo as responsabilidades.

Veja a seguir, segundo especialistas já ouvidos pelo UOL, dicas para iniciar esse processo e tornar a vida íntima muito mais prazerosa e interessante.

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    Drible os próprios bloqueios

    Homens e mulheres podem ter ressalvas em relação ao que fazer - ou não fazer - na cama, mas conseguir driblar parte desses bloqueios pode ser a chave para vivenciar em plenitude a experiência sexual. O receio de fazer sexo oral, por exemplo, pode ser contornado com o uso de preservativo ou uso de papel filme - o que, inclusive, evita a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis pela mucosa. Usar geleias, frutas ou chocolate também pode ajudar a aguçar a vontade de explorar o corpo do par. "Às vezes, saber mais sobre o funcionamento dos órgãos genitais - o seu e o do par - também ajuda a desmistificar alguns mitos e crenças", diz o psicólogo Diego Henrique Viviani, do Inpasex (Instituto Paulista de Sexualidade)

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    Transe na volta da academia

    Geralmente, após uma sessão de exercícios, homens e mulheres estão mais satisfeitos com o próprio corpo, o que, por si só, já tornaria o sexo mais gostoso, sem neuras. Um estudo da Universidade do Texas, divulgado em 2013, também mostrou que após uma atividade física há um aumento significativo no fluxo sanguíneo vaginal, facilitando a excitação feminina. Além disso, durante os exercícios, o corpo bombeia testosterona, o hormônio que está diretamente ligado ao desejo sexual

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    Explore o corpo do seu par como se fosse a primeira vez

    Relembre aquela sensação de quem está descobrindo o corpo do outro, aquele sentimento de que, por não saber ao certo como agradar, toda dedicação é válida. Aja diferente, fuja dos pontos corporais e movimentos óbvios, para estimular o outro. Tente o novo e fique atento a cada sinal que o parceiro der, para saber se está acertando. O importante não é escolher uma posição acrobática do "Kama Sutra", mas, sim, encontrar maneiras de driblar a preguiça sexual e a tentação de agir no piloto automático

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    Entregue-se por inteiro

    Se você não se sente muito à vontade para propor novas fantasias ou posições no início desse processo, tente algo mais lúdico. Um exemplo: proponha-se a realizar algo que o outro quer muito durante um determinado período - que pode ser de mais ou menos meia hora -, sem frescuras ou desculpas. Durante esse tempo, quem manda é o par e a ideia é que você tente atendê-lo, porém, sem abrir mão do próprio prazer e diversão. Considere que a pessoa que se mostra aberta a novas experiências se torna, de cara, muito mais excitante. Além disso, quem propõe a brincadeira também acaba se soltando mais

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    Faça ioga

    Já se sabe que a prática funciona para tratar depressão, ansiedade e dores físicas. Um estudo publicado no "Jornal de Medicina Sexual", em 2009, mostrou que essa atividade física também contribui para a melhora da vida sexual da mulher. Ao fim da pesquisa, que durou 12 semanas, as 40 participantes do estudo revelaram aumento de desejo sexual, da lubrificação, da frequência do orgasmo e diminuição de dores durante a relação. Cerca de 75% das praticantes consideraram que a vida sexual ficou muito mais satisfatória após passarem pelo treinamento de ioga

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    Transe, mesmo com preguiça

    Um estado de humor passageiro pode fazer com que qualquer um perca a vontade de conversar, de sair de casa e de fazer sexo. Mas a verdade é que, ao se dispor a iniciar uma transa - ainda que com certo desânimo -, você poderá se surpreender positivamente com as próprias emoções e sensações, acabando por curtir muito o momento. "As pessoas ficam esperando uma motivação intensa para dar o primeiro passo, mas o envolvimento pode acontecer aos poucos e a relação acabar sendo muito intensa", afirma o psicólogo Frederico Mattos, autor de "Relacionamento para Leigos" (Alta Books)

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    Reserve um tempo para o casal

    Quando o assunto é sexo, muitos acreditam que esse deve ser um comportamento natural, que acontece espontaneamente, quando o casal está em sintonia. No entanto, em uma relação longa, a certeza de que sempre haverá o amanhã para transar pode fazer com que o envolvimento físico se torne cada vez mais esporádico. Por isso, vale tratar os encontros íntimos a dois como mais um compromisso na agenda, que só pode ser desmarcado em caso de extrema urgência

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    Troque o filme pornô pelo de terror

    Um estudo divulgado pela Universidade McKendree, nos Estados Unidos, em 2011, apontou que, após uma atividade em que o corpo libera adrenalina - como viver uma situação que cause medo -, a pessoa tende a sentir mais atração pelo par. Da mesma forma, quando a substância é liberada, o corpo entra em um estado de excitação sexual, o que aumenta a resposta aos estímulos dados pelo parceiro

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    Levante a moral do par

    Muitas vezes, espera-se que o outro faça algo grandioso para, então, elogiá-lo. Mas ainda que o par não tenha recebido uma promoção de emprego ou não mande entregar um presente fora de hora, ele pode e deve ser elogiado. Isso porque quem está com a autoestima em alta, e se sente valorizado pelo parceiro, tende a se doar mais para a relação a dois, o que também inclui o sexo

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    Faça sexo sem se preocupar em gozar

    De acordo com o psicólogo Frederico Mattos, um dos maiores bloqueios ao orgasmo é a pressão psicológica por desempenho e a ansiedade para chegar ao clímax. Enquanto o homem, de modo geral, sente-se pressionado a proporcionar orgasmos múltiplos ao par, a mulher fica aflita imaginando se conseguirá chegar lá. "É importante que essas questões não prejudiquem a naturalidade, a espontaneidade e, principalmente, a capacidade de usufruir a transa como um todo", diz. Ele afirma que é preciso ter em mente que o prazer do sexo pode começar muito antes de o casal ir para a cama e ainda se prolongar por muito tempo depois que saírem dela

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