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Cuidado: A inveja mata… 10 casos de amizade que acabaram em morte

do BOL

24/08/2017 16h00

Às vezes, a punhalada nas costas (ou o tiro, o frasco de veneno, o incêndio criminoso etc) vem de onde menos se espera. Um relacionamento bem sucedido, uma promoção no trabalho, a popularidade exacerbada, quilos a menos e até um par de tênis da moda! Qualquer sinal de sucesso pode ser suficiente para alimentar a semente da cobiça e transformar o ombro amigo na mão que mata em um piscar de olhos.

  • Divulgação

    Obesa tenta matar amiga que emagreceu

    Na última semana, diversos sites publicaram a história de uma mulher obesa que tentou matar a melhor amiga que emagreceu. De acordo com a "Televisa", as duas colombianas eram confidentes e compartilhavam as dificuldades impostas pela obesidade desde a adolescência. No entanto, uma delas resolveu passar férias em Turbaco, na Colômbia, onde a irmã, preocupada com sua saúde a fez começar uma dieta em paralelo a exercícios físicos. Com isso, a mulher perdeu 20 quilos em quatro meses, o que despertou a inveja da amiga, identificada como Teresa de Jésus. Após reclamar dos olhares e da atenção que a amiga começou a receber, Teresa pegou um facão para atacar a outra, mas, por conta da má condição física não conseguiu alcançar a vítima. Ela foi detida e deve responder por tentativa de homicídio, mas antes passará por um teste psicológico

  • Tatan Syuflana/AP

    Amiga é envenenada por ser feliz demais

    Em outubro de 2016, na Indonésia, uma mulher foi condenada há 20 anos de prisão após matar a amiga por considerá-la uma pessoa feliz. O crime foi cometido em janeiro, quando Jessica Wongso (foto), 28, colocou cianureto no café da amiga, Wayan Mirna, 27, em uma cafeteria em Jacarta. A acusada não demonstrou qualquer emoção ao escutar sua sentença, enquanto o juiz Binsar Gultom afirmava que Jessica tinha problemas pessoais, trabalhistas e sociais e ao se encontrar com Wayan, em dezembro de 2015, a viu casada e tão feliz, que planejou assassiná-la. Durante as investigações, Jessica admitiu que assim que conheceu Arif, marido da amiga "algo disparou dentro dela", que passou a sentir ódio de Wayan. Ela chocou a mídia internacional ao aparecer sempre sorrindo após sua detenção Leia mais

  • Reprodução/Google Plus

    Bonito demais para viver

    Henrique Diniz Maximiano Martins (foto), 18, foi assassinado em 2015 durante uma festa de aniversário em Santa Luzia, em Minas Gerais. A polícia chegou a prender três colegas do estudante e, embora não houvesse dúvida da participação de todos, apenas um confessou o crime. "O Henrique foi morto por um grupo de jovens que cresceu com ele, estudou com ele durante o tempo de colégio. E esse grupo durante a convivência com ele foi alimentando ciúmes, cobiça, devido a boa aparência, e boas vestimentas que este jovem usava. Um jovem fora do mundo do crime e querido por todos", afirmou o delegado do caso, Christiano Xavier, em entrevista ao jornal "O Tempo". Ele ainda destacou que o fato de a vítima ter se negado a esconder drogas para os três colegas e ser considerado pelos outros bonito e com uma boa relação com mulheres fez com que os envolvidos premeditassem o crime

  • Reprodução/TV Gazeta

    Crescimento profissional que despertou a ira

    Em junho de 2016, Abinael Ramos desapareceu em Maceió. Ericksen Dowel da Silva Mendonça, amigo próximo e colega de trabalho, fez questão de ajudar a família nas buscas. Segundo o irmão de Abinael, Walley, a amizade entre os dois só crescia. Ele, inclusive, revelou em entrevista ao "G1" que havia sido o amigo que apresentou o irmão para a então noiva. O corpo de Abinael foi encontrado dias depois em um canavial com um tiro na cabeça. "Tudo nos leva a crer que o motivo era essa ascensão profissional que ele vinha a alcançar. Depois do desaparecimento, ele já estava assumindo algumas funções. Tem também essa questão da inveja. Ele se assemelhou muito na vida da vítima. Namoravam primas, se vestiam parecidos e tinham o mesmo carro", comentou o delegado do caso, revelando que Ericksen atraiu o amigo até o local do crime e contratou outro homem para assassiná-lo por conta do sucesso profissional que o amigo estava tendo até então

  • Reprodução/Record Bahia

    Assassinado pelo amigo de infância

    O caminhoneiro Cláudio Batista da Silva, 33, foi morto a tiros em Salvador, na Bahia. O assassino era o amigo de infância da vítima, o microempresário Joel Santana dos Santos Souza, 36, que era também ex-marido da namorada da vítima. O crime aconteceu no meio da rua, enquanto Cláudio estava indo comprar carvão para um churrasco em família. O amigo parou o carro ao lado do dele, pediu para que abaixasse o vidro e então efetuou vários disparos. O cunhado de Cláudio, que estava com ele no veículo, também foi atingido. A mãe da vítima havia conversado com o criminoso no dia em que o filho foi morto, mas nem imaginou o que estava para acontecer. Joel se apresentou à polícia acompanhado de um advogado e fez questão de destacar que suas motivações não foram passionais. Ele afirma que estava sendo ameaçado de morte pelo amigo por causa de uma dívida. A família nega e acredita no ciúme e na inveja como motivação

  • Reprodução/Band

    Ex-amigo dá seis tiros pelas costas

    Carlos Henrique Dias Monteiro (foto), de 20 anos, era trabalhador e querido pelos amigos. Mas não por um deles. Um vizinho, identificado como Neno, foi o autor de seis disparos à queima roupa dados pelas costas em uma emboscada enquanto a vítima voltava do trabalho para casa. Os dois haviam se desentendido pouco tempo antes. O pai afirmou em entrevista ao "Brasil Urgente" que acredita que a motivação tenha sido uma só: "Inveja. Meu filho era muito sociável, tinha muitos amigos, andava bem arrumado, trabalhava. Ele [Neno] não trabalhava". Depois do crime, o autor dos disparos voltou para a vizinhança como se nada tivesse acontecido, mas foi denunciado por uma tia

  • Reprodução/Mirror

    Vizinhos felizes acabam queimados vivos após sexo

    Na Grã-Bretanha, Melanie Smith colocou fogo no pequeno prédio em que morava, por ciúmes e ressentimento dos vizinhos do andar de cima. Lee Anna Shiers e Liam Timbrell ostentavam o relacionamento feliz que Melanie gostaria de ter com o próprio parceiro, mas não conseguia por suspeitar frequentemente que era traída. Uma noite, a vizinha ressentida escutou o casal feliz fazer sexo e foi o bastante para que o ódio crescesse. Melanie então colocou fogo no carrinho de bebê que Lee geralmente deixava no corredor do prédio e as chamas se alastraram até a casa dos vizinhos, matando não somente o casal, mas também o filho deles e dois sobrinhos que estavam passando a noite na casa dos tios. Ela foi condenada a 30 anos de prisão

  • Reprodução/Daily Mail

    Populares demais, amigas são mortas nos EUA

    Christine Paolilla não teve uma vida fácil. O pai morreu quando ela tinha dois anos, a mãe vivia uma constante luta contra as drogas e a jovem possuía alopecia, condição que se caracteriza pela perda de cabelos. Para enfrentar a escola, ela optou por usar perucas, mas passou a sofrer bullying dos colegas por isso. Tudo mudou, no entanto, quando duas das garotas mais populares da escola, Rachael Koloroutis (à esquerda) e Tiffany Rowell (à direita), resolveram acolhê-la. Elas se tornaram um trio inseparável e com a ajuda das amigas, Christine até ganhou o título de "garota mais irresistível" na escola. Após se formarem, mais precisamente em 2003, as duas garotas populares acabaram sendo assassinadas pela estudante que tanto se esforçaram para ajudar. A polícia contou 40 tiros, incluindo nas virilhas das vítimas, que foram mortas juntamente com o primo e o namorado de uma delas. Quando percebeu que uma das jovens ainda estava viva, Christine usou a pistola para acertá-la na cabeça diversas vezes até que morresse. Ela contou com a ajuda do namorado da época para executar o crime. Ele acabou cometendo suicídio, e o crime permaneceu como um mistério por três anos até que a polícia conseguiu ligar a "amiga" das vítimas ao crime. Em 2012, a assassina foi condenada a 40 anos de prisão

  • Reprodução/Jesse Ward/NY Daily News

    Matou a prima por causa de um par de tênis

    Aos 15 anos, Tiana Browne esfaqueou a prima Shannon Braithwaite, de 16 anos, 49 vezes. Ela foi condenada, aos 18, a 15 anos de prisão. Ela foi adotada por uma tia, que a acolheu após a jovem enfrentar problemas em casa. O ciúme incessante que ela alimentava pela popularidade, pelo sucesso na escola, pelos aparelhos eletrônicos e, especialmente, pelos sapatos da prima fizeram com que ela matasse a única filha biológica da mulher que tentou ajudá-la e ainda usasse os pertences para sair com os amigos. "Shannon te amava. Eu te amei", disse a tia da acusada e mãe da vítima Marva Braithwaite (foto) durante o julgamento. A defesa alegou que no passado, Tiana havia sofrido abusos sexuais e por isso sofria com desordem psicológica. Ainda assim, o júri a considerou culpada e o juiz do caso destacou que mesmo tendo dito que "sentia muito", Tiana não demonstrou qualquer emoção em suas palavras ou durante todo o processo e que "ações falam mais alto do que palavras"

  • Reprodução/Acorda Cidade

    Pegou o megahair "emprestado"

    Em outubro de 2015, Taise Fortunata dos Santos, 19, foi presa em flagrante em Feira de Santana, na Bahia, após tentar fugir com o corpo da amiga Thaiure Silva De Araujo, 20. As duas moravam juntas havia três meses e depois de a vítima ter usado o megahair de Taise e não ter devolvido, as amigas entraram em uma discussão que culminou com Thaiure levando mais de 50 facadas. A acusada, então, escondeu o corpo da vítima, enrolado em cobertores, dentro de uma cama box e contratou dois carroceiros para transportar o móvel até um lixão. Os homens e alguns moradores perceberam que havia algo estranho e chamaram a polícia. O delegado do caso, João Uzzum, revelou ao "G1" que Taise responderia por homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.

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