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Conheça as histórias de nove gigantes da tecnologia

Colaboração para o BOL

01/02/2019 14h00

Para abrir um grande negócio, muitas vezes, bastam uma ideia e uma garagem. Não entendeu? É assim que muitas das gigantes da tecnologia começaram. Confira a história da Samsung, Apple, Google, Facebook e outras empresas que estão na sua vida.

  • Paul Sakuma/AP

    Google

    Larry Page e Sergey Brin estudavam na Universidade de Stanford, quando, em uma conversa, chegaram à conclusão de que a busca por informações poderia ajudar a organizar páginas na internet. O BackRub, uma espécie de avô do Google, surgiu lá em 1996. Até aquele momento, não havia uma ferramenta eficaz para a localização de um conteúdo online por meio de palavras-chaves. Dois anos depois, o negócio já havia evoluído e o nome Google já tinha sido implantado. O crescimento das páginas de busca fez com que o Google, em 1998, já armazenasse um terabyte de informações - o que, para a época, era bem impressionante. O escritório da empresa era também o quarto de um dos criadores. Os investimentos começaram a chegar e, com eles, a pressão para que a empresa fosse realmente oficializada. Ainda em setembro de 1998, os dois amigos contrataram o primeiro funcionário, um colega de faculdade, e passaram a crescer em ritmo acelerado, criando, em 2000, páginas em outros dez idiomas além do inglês. No início de 2001, a empresa passa a se tornar uma incorporadora de serviços e produtos por meio de aquisições

  • Karen Bleier/AFP

    Facebook

    Em 2004, surgiu a rede social mais popular da história. Criado por Mark Zuckerberg, que tinha 20 anos na época, e seus colegas de quarto na Universidade de Harvard: Dustin Moskovitz, Chris Hughes e o brasileiro Eduardo Saverin. O site foi projetado para ser usado pelos estudantes locais. O fato de a ferramenta possibilitar que os alunos soubessem sobre o status de relacionamento uns dos outros contribuiu para o sucesso da plataforma, chegando a outras universidades já como Facebook (antes era chamada de The Facebook). Apenas dois anos após a sua criação, o site abriu as portas para o cadastro de qualquer um que tivesse mais de 13 anos. Em 2008, o Facebook ultrapassou o MySpace e tornou-se a rede social com maior quantidade de usuários do mundo e continuou apresentando constantes melhorias em sua interface com novidades para os usuários. Em 2009, surgiu o botão "curtir" e no ano seguinte, o filme "A Rede Social" foi feito para contar a história da criação da empresa

  • Abhishek N. Chinnappa/Reuters

    Amazon

    A gigante do e-commerce praticamente desenvolveu o modelo de negócio de vendas online. Ela já nasceu na internet, oferecendo serviços exclusivamente na web. O empresário e engenheiro Jeff Bezos analisava o mercado em Wall Street quando resolveu abrir o próprio negócio em 1994, em Seattle, nos EUA. Inicialmente registrada como Cadabra, o nome da marca foi alterado depois que Bezos foi persuadido por seu advogado. Ele considerou ainda chamar a empresa de Relentless, mas decidiu por Amazon, tendo como inspiração o Rio Amazonas, que é considerado o maior em extensão e em fluxo de água por vazão. Bezos começou a empresa com sua esposa, na garagem de casa. Os clientes encomendavam livros online e o sucesso foi grande. Em um mês já havia encomendas de todos os 50 estados americanos e de outros 45 países. Metódico, Bezos fez questão de investir pesado para fortalecer a marca, criar infraestrutura e crescer, o que significa que os ganhos, efetivamente, só vieram no final de 2001. O site evoluiu consideravelmente e passou a atender vários outros tipos de necessidades, contando até mesmo com o marketplace - uma espécie de shopping center online - e explorando o universo dos livros digitais

  • Reprodução/Daily Sun

    Apple

    A empresa foi fundada em 1976 pelos estudantes Steve Jobs e Steve Wozniak. O computador Apple I foi criado por Wozniak e, empolgados, os amigos tentaram vender o projeto para marcas mais conhecidas, como a HP e a Atari. Contudo, as negativas vieram porque ninguém, além dos dois, acreditava que computadores pessoais teriam futuro no mercado. Sem desanimar, eles resolveram produzir os computadores com os próprios recursos, vendendo por conta própria. Logo de cara, o Apple I não fez tanto sucesso, só 200 unidades foram vendidas e elas, que na época valiam US$ 666, hoje valem cerca de US$ 50 mil. A partir do Apple II, o sucesso sorriu para os criadores e a marca passou a investir em outros aparelhos eletrônicos, como telefones celulares, com o lançamento do iPhone em 2007

  • Reprodução/Samsung Global Newsroom

    Samsung

    Em 1938, na Coreia do Sul, Byung-Chull Lee acumulava investimentos em plantações de arroz e estudos em economia, quando resolveu abrir a Samsung Trading Company com uma verba um tanto quanto limitada. Agora, pasme! O negócio não tinha nada a ver com tecnologia: tratava-se de uma pequena loja de importação e exportação de produtos como peixe desidratado, vegetais e macarrão. O nome escolhido vem da junção de "sam", que em coreano quer dizer "três", e "sung", que remete a estrela. Na Coreia do Sul, o número tem significado associado a "grande, vasto e forte". Chamar o negócio de Samsung parecia perfeito. As três estrelas, aliás, ficaram associadas à marca até 1993, quando foi criado o emblema em azul. Somente em 1969 a Samsung Eletronics surgiu, e o primeiro produto foi uma televisão em preto e branco. Rapidamente, o negócio se expandiu e, em 1992, tornou-se a maior fabricante de chips de memória e discos de armazenamento pra PCs. Foi Lee Kun-hee, filho de Byung-Chull, que fez a marca ser internacionalmente reconhecida

  • Reprodução/Elekes Andor / Wikimedia Commons

    Microsoft

    Amigos desde os tempos da escola, Bill Gates e Paul Allen usaram uma garagem em Albuquerque, Novo México, para fundar seu próprio negócio em 1975. O nome Microsoft veio da combinação das das palavras inglesas microcomputer e software. Eles foram contratados pela IBM, que já conhecia o trabalho dos dois em decorrência de negociações anteriores, para desenvolver um sistema operacional em 1979. Eles então compraram o Q-DOS, da Seattle Computer Products, por US$ 50 mil e o melhoraram, criando o MS-DOS e vendendo para a IBM por US$ 80 mil. O Windows 1.0 chegou ao mercado em 1985, após quatro anos de desenvolvimento; em 1987, a empresa lançou a segunda versão, já com o MS Word e o MS Excel. Com sede de competição, a Microsoft investe constantemente em outros ramos, que incluem de navegadores (Edge) a video-games (X-Box)

  • Reprodução/Vibizmedia.com

    LinkedIn

    A rede social LinkedIn foi oficialmente fundada em maio de 2003. O sucesso, embora menor que o do Orkut e do Facebook, por exemplo, foi imediato dentro do nicho que buscava atingir, profissionais que desejavam ampliar suas redes de contatos. Formados na Universidade de Stanford, Reid Hoffman e Konstantin Guericke começaram a planejar a rede corporativa online ainda no final da década de 1990. Em 2002, uniram-se a Allen Blue, Eric Ly e Jean-Luc Vaillant para fundar o LinkedIn. Só no primeiro mês no ar, o site já contabilizava mais de 4.500 membros compartilhando informações. Até o final de 2003, já eram mais de 81 mil, mais da metade de fora dos EUA, e, em menos de um ano, 1 milhão de usuários. Em outubro daquele ano, o negócio recebeu US$ 4,7 milhões em investimentos só da empresa Sequoia Capital

  • Reprodução/RT.com

    Twitter

    Em 2004, Evan Williams havia sido o responsável pela criação do Blogger. Ele trabalhava com Biz Stone na Google, mas ambos optaram sair para formar uma empresa de podcast, Oreo, que acabou não sendo tão agregadora para o currículo dos dois criadores quanto se podia esperar. Em 2006, os profissionais se uniram a Jack Dorsey em um projeto paralelo e surgiu a ideia de produzir um serviço que possibilitasse troca de status, como um SMS. O termo Twitter, surgiu como nome para o projeto por, em inglês, ter dois significados: "uma pequena explosão de informações inconsequentes" e "pios de pássaros". Ainda no ano de sua criação, o Twitter explodiu ao ser usado no festival de música South by Southewest (SXSW) para informar o público sobre o evento

  • Reprodução/AppleMagazin

    HP

    O negócio leva o sobrenome de Bill Hewlett e Dave Packard (HP = Hewlett e Packard), dois engenheiros da Universidade de Stanford, que, em 1939, investiram US$ 538 para abrir a empresa na garagem, que atualmente é um museu chamado de "berço do Vale do Silício". O primeiro produto foi um oscilador eletrônico de baixa frequência, usado pelos estúdios Disney para fazer o desenho animado "Fantasia". Somente na década de 1960, a marca, que até então era especializada em instrumentos de medida eletrônica e calculadoras, passou em investir no ramo da informática. Tem seu nome atrelado ao mercado de PCs, impressoras e servidores

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