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ESPN dos EUA pede que comentaristas abram mão de 15% do salário na pandemia

A medida afetaria cem dos profissionais mais bem pagos da rede pelos próximos três meses - Getty Images
A medida afetaria cem dos profissionais mais bem pagos da rede pelos próximos três meses Imagem: Getty Images
do UOL

Do UOL

13/04/2020 17h37

A emissora esportiva ESPN dos Estados Unidos pediu que seus comentaristas abram mão de 15% de seus pagamentos para ajudar a reduzir as despesas da empresa durante a pandemia de coronavírus.

A medida afetaria cem dos profissionais mais bem pagos da rede pelos próximos três meses, de acordo com a CNN.

"Estamos pedindo a cerca de cem de nossos comentaristas que se juntem aos nossos executivos e façam uma redução salarial temporária", afirmou a rede de esportes em comunicado. "Estes são tempos desafiadores e estamos todos juntos nisso".

A ESPN não disse quantos comentaristas concordaram com a redução de salário.

O corte também aconteceu entre os executivos da rede, que tiveram seus salários reduzidos de 20% a 30%, dependendo do cargo. O mesmo aconteceu com executivos da Disney, empresa-mãe da emissora esportiva — um deles abriu mão de todo o seu salário.

O coronavírus afetou especialmente a ESPN porque, com o isolamento social, campeonatos esportivos foram cancelados em todo o mundo.

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