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Federação italiana quer retomar Série A em julho ou agosto

26/03/2020 11h27

ROMA, 26 MAR (ANSA) - O presidente da Federação Italiana de Futebol (Figc), Gabriele Gravina, rejeitou a ideia de cancelar a atual temporada da Série A, que está paralisada em decorrência da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). O dirigente mira retomar a liga em julho ou agosto.   


A volta da temporada de 2019/20 do Campeonato Italiano ainda segue indefinida. O último jogo da liga foi no dia 9 de março, entre Sassuolo e Brescia, mas o campeonato foi paralisado na sequência faltando entre 12 e 13 jogos - dependendo do time - para o torneio acabar. Em uma entrevista à "Rádio Marte", Gravina demonstrou estar esperançoso que a atual temporada consiga ser finalizada normalmente e não descartou a possibilidade de pedir ajuda para a Uefa e a Fifa. O dirigente italiano ainda afirmou que sonha em retomar a liga entre os meses de julho e agosto.   


"Enquanto puder, não vou perder a esperança de retomar a temporada. Farei qualquer coisa para que isso aconteça. Acho muito difícil desistir. Estou ciente de que ainda é muito cedo para pensar em um encontro, mas devemos pensar positivamente.   


Faremos o possível para jogar, pedirei apoio da UEFA e da FIFA para depois de 30 de junho, aproveitando também os meses de julho e agosto", disse Gravina.   


O líder da Figc ainda declarou que pedirá ajuda ao governo italiano para formar novos projetos. Gravina também disse que considerará uma "derrota" pessoal caso o campeonato seja cancelado.   


"Considero [cancelar a temporada] uma derrota minha e que diminui o valor da competição. Isso levaria a um cenário desagradável. Rejeito teimosamente quaisquer reflexões que levem a essa conclusão. Pelo maior tempo possível, continuarei rejeitando essas hipóteses", declarou o presidente da Figc.   


- Campeonato com 22 times - Já em uma entrevista à emissora "SkySport", Gravina declarou que montar uma Série A com 22 clubes seria "incontrolável".   


"Série A de 22 times? Seria um campeonato incontrolável. Muitas hipóteses foram feitas, mas a estrela polar é a nossa regra, e não é fácil mudar o formato dos campeonatos", disse Gravina.(ANSA)
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