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MLB tira maconha de lista de "drogas abusivas", mas testará cocaína

Washington Nationals e Houston Astros, durante partida da World Series, da Major League Baseball (MLB) - Thomas B. Shea-USA TODAY Sports
Washington Nationals e Houston Astros, durante partida da World Series, da Major League Baseball (MLB) Imagem: Thomas B. Shea-USA TODAY Sports
do UOL

Do UOL, em São Paulo

12/12/2019 19h14

A Major League Baseball (MLB), principal entidade de beisebol dos Estados Unidos, anunciou mudanças na lista de substâncias proibidas. Os jogadores serão testados por opioides e cocaína, mas a maconha foi tirada das "drogas abusivas" e será tratada igual ao álcool. As novidades fazem parte de um acordo entre a entidade e a associação de jogadores.

Na lista atual, os opioides são classificados com uma droga de abuso no programa da MLS, que começou no final de 2002 e até agora limitou os testes a substâncias que melhoram o desempenho e a estimulantes proibidos.

As conversas para acrescentarem os testes dos opioides começaram após a morte de Tyler Skaggs, do Los Angeles Angels, em julho. Um laudo médico afirmou que o jogador morreu após se engasgar com o próprio vômito, que tinha uma mistura de álcool e dois opioides. Porém, os atletas que forem flagrados com opioides ou cocaína só serão punidos se não cooperarem com os planos de tratamento.

Sobre a maconha, a MLB irá gerir os casos de jogadores envolvidos com a droga da mesma forma que lida com álcool, quando os atletas são encaminhados para avaliação obrigatória e tratamento voluntário.

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