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São Paulo fará trocas no departamento de futebol e quer Lugano mais ativo

Diego Lugano atualmente é superintendente de relações institucionais do São Paulo - Marcello Zambrana/AGIF
Diego Lugano atualmente é superintendente de relações institucionais do São Paulo Imagem: Marcello Zambrana/AGIF
do UOL

Bruno Grossi, Giancarlo Giampietro e José Eduardo Martins

Do UOL, em São Paulo

06/12/2019 16h07

A permanência de Raí como diretor-executivo e do técnico Fernando Diniz não impedirá mudanças no futebol do São Paulo. Na reunião que selou a continuidade do atual projeto, também ficou definido que trocas serão feitas na comissão técnica e outras áreas para 2020. Ainda não se fala dos nomes, mas a tendência é que a reformulação atinja os departamentos médico, de fisiologia, fisioterapia, preparação física e logística.

Promessas de reestruturar a equipe que atua no dia a dia do CT da Barra Funda eram feitas desde que a gestão de Carlos Augusto de Barros e Silva começou em 2017. Entretanto, apenas mudanças pontuais foram feitas desde então, quase sempre entre fisiologistas e preparadores físicos. A tendência é que as trocas agora estejam focadas no grupo que faz o processo de transição dos atletas lesionados, da fisioterapia para treinos no campo, antes da reintegração ao elenco.

Também foi discutido na reunião de hoje (6) que é importante a aproximação de Diego Lugano com o departamento de futebol. O ex-zagueiro ocupa o cargo de superintendente de relações institucionais e chegou a ajudar mais no CT em 2018, quando foi responsável direto pela chegada do técnico Diego Aguirre e do atacante Gonzalo Carneiro, seus compatriotas.

O uruguaio, porém, se afastou um pouco de Raí depois da polêmica demissão de Aguirre. Lugano seguiu fazendo algumas viagens com o elenco e acompanhando a delegação em jogos importantes, mas sem a mesma assiduidade do ano passado. Agora, há um consenso de que ele deve ter mais voz ativa no futebol, até para tentar fortalecer a imagem do departamento depois de uma temporada cheia de críticas.

Ainda que todos possam unir forças para as demandas que surgirem, é possível imaginar um organograma com Raí liderando o setor como uma figura mais institucional, com Lugano mais presente no trato com jogadores e comissão técnica e o gerente-executivo Alexandre Pássaro atuando nas contratações.

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