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Carille tem semana para decidir se mantém Corinthians mais leve no clássico

Marcello Zambrana/Agif
Imagem: Marcello Zambrana/Agif
do UOL

Do UOL, em São Paulo

21/10/2019 04h00

O próximo jogo do Corinthians será no sábado (26). Num momento de calendário espremido do futebol nacional, ter uma semana de trabalho parece até um luxo. Mas, para um time que vem desmoronando nas últimas rodadas do Brasileirão e tenta mudar sua forma de jogar, talvez não seja o suficiente. Ainda mais quando precisará enfrentar o Santos, time desafiador taticamente e que ocupa a terceira posição da tabela. Além de ser um clássico, claro.

Caberá ao técnico Fábio Carille usar o máximo desse tempo para testar e ponderar sobre uma importante decisão para os rumos da equipe na reta final da temporada. Será que ele vai manter a equipe mais leve que escalou nas últimas duas partidas, com finalidade ofensiva, ou a tentação de voltar a jogar de maneira mais cautelosa, mais fechada, que tantos títulos lhe rendeu, será maior?

Há um ponto comum entre as duas alternativas. Considerando as últimas partidas, ambas não renderam os resultados esperados. Já são cinco rodadas sem vitória (três empates e duas derrotas).

O treinador era cobrado pela falta de imposição durante os jogos, algo que ele tentou mudar. A formação mais ofensiva foi usada no empate com o Goiás, fora, e na derrota para o Cruzeiro, em casa, na semana passada. Nessa partida, Ralf dava sustentação a uma linha de quatro composta por Pedrinho, Sornoza, Mateus Vital e Janderson. Gustagol era a referência ofensiva.

"Mudanças requerem não só uma semana de trabalho. Vão ser cinco dias, de segunda à sexta, algumas coisas vão ser feitas. Não tenho o Fagner e o Bruno para o jogo. Tenho o retorno do Gil. Enfim, vamos começar a elaborar. Alguma mudança não muito grande, mas temos que conversar internamente para ver se é o momento para isso", comentou o treinador.

Um dos setores mais afetados pela mudança de estilo de jogo foi a defesa, que levou sete gols nas últimas quatro partidas. Algo inimaginável até mesmo para o mais pessimista dos torcedores, já que o clube havia sofrido apenas 16 gols nas primeiras 25 rodadas.

Por isso, os próximos dias são fundamentais para que Carille e sua comissão técnica tomem a decisão de seguir sua metodologia mais defensiva ou de continuar tentando uma estratégia mais ofensiva e que seja mais aceita por grande parte da torcida.

Além disso, o clássico diante do Santos é fundamental não apenas por ser uma oportunidade de quebrar a sequência negativa, como para vencer um adversário direto na briga por uma das vagas diretas à fase de grupos da Libertadores da América de 2019.

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