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Ídolo e referência no Japão, brasileiro fala de briga por título e artilharia

21/02/2019 15h33

Em 2013, o atacante brasileiro Patric chegou ao Japão e construiu uma carreira sólida e de muito prestígio. Campeão por cinco vezes, incluindo Liga Nacional e Copas, hoje é uma referência no país, sendo até cogitado para atuar na seleção japonesa.

Em 2018, por muito pouco, o brasileiro não só ganhava mais um título, como terminava mais uma vez na frente dos maiores goleadores da J League, como foi em 2014. Por detalhes e por um desempenho ruim nas últimas partidas do ano, o Hiroshima deixou o Kawasaki Frontale ganhar a competição e o próprio Patric foi ultrapassado por Jô e ficou em segundo na tabela de artilheiros. Com o início sábado da J League 2019, as esperanças se renovam.

- Espero um ótimo ano para nossa equipe. Ganhamos reforços, jovens da base subiram e tivemos muito tempo para treinar. A liga será muito difícil, com equipes que se estruturaram e vão brigar. Mas mantenho a certeza que vamos alcançar uma grande posição no fim do ano - afirmou o atacante, que admite que duas equipes podem confrontar o Hiroshima:

- O campeão da temporada passada, o Frontale, é um time que mantém sua forma de jogo, equipe reforçada e entrosada. É um favorito, assim como o Kobe, que trouxe jogadores da seleção japonesa e gente de fora. Contra estes, teremos que mostrar nossa evolução

Patric comentou ainda sobre os goleadores que chegaram no país e acirraram a briga pela artilharia da competição.

- Fico feliz quando nomes como Leandro Damião e Jael chegam na Liga para rivalizar na busca por gols. Isso faz todos melhorarem. A concorrência é muito boa para crescer. Mas o futebol japonês tem suas particularidades e há muitas dificuldades para se fazer gols. Mas acho ótimo que terei estes nomes para incrementar o meu futebol, mas confio muito no que venho trabalhando - falou, confiante, o jogador, que aos 31 anos, ainda espera poder atuar na Copa América pela seleção do Japão:

- Estou estudando, aprendendo a língua e me sinto plenamente adaptado ao país, sua cultura e futebol. Se pintar a chance, será muito bacana e um prazer, ainda mais sendo a Copa América no Brasil - concluiu Patric.

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