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Virada épica em 1993 inspira o São Paulo para seguir vivo na Liberta

13/02/2019 08h55

Para o bem ou para o mal, a noite desta quarta-feira ficará marcada na memória dos são-paulinos. Às 21h30, no Morumbi, o time mede forças com o Talleres precisando reverter a derrota, por 2 a 0, sofrida na Argentina para seguir vivo na Libertadores. Na difícil jornada por uma noite heroica, o Tricolor busca inspiração em um feito alcançado em 1993, contra o Newell's Old Boys.

No ano em que ficou marcado pela conquista do bicampeonato continental, o São Paulo estreou no torneio perdendo, na Argentina, por 2 a 0, para a equipe de Rosário. Por coincidência, o Newell's havia sido o adversário do Tricolor na final na Libertadores do ano passado e estava com sede de vingança.

Assim como nesta temporada, o confronto com os hermanos era eliminatório. Qualquer resultado menor do que três gols de diferença tiraria o São Paulo da competição. No Morumbi, no entanto, o Tricolor - atual campeão do mundo na época - teve uma atuação de gala e venceu, por 4 a 0, com gols de Cafu, duas vezes, Dinho e Raí, que jogou com o punho quebrado.

Passados mais de 25 anos daquela memorável noite, o São Paulo precisa repetir o feito. É bem verdade que o atual elenco não tem nomes consagrados como tinha naquela época com Zetti, Muller, Palhinha, Cafu e Raí. A confiança também não é tão alta e, inclusive, o atual Tricolor precisa driblar a desconfiança da própria torcida. Mas, há a tradição do clube na Libertadores.

Para eliminar os argentinos do Talleres, o São Paulo tem que vencer por três ou mais gols de diferença. Caso devolva o resultado, a decisão do classificado irá para a cobrança de pênaltis. Qualquer outro resultado dá a vaga ao time de Córdoba e valida a pior campanha do clube do Morumbi em sua história no principal torneio da América do Sul.

Embora o técnico André Jardine não tenha confirmado a escalação o São Paulo deve ir a campo com Tiago Volpi; Bruno Peres, Arboleda, Bruno Alves (Anderson Martins) e Reinaldo; Jucilei (Luan), Hernanes e Nenê; Antony (Helinho ou Diego Souza), Pablo e Everton. O clube vendeu 35 mil ingressos de forma antecipada para a noite em que espera reeditar o feito de 1993.

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