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Após Covas prorrogar quarentena em SP, CNN recua e mantém home office

William Waack é âncora da CNN Brasil e está em home office por fazer parte do grupo de risco da Covid-19  - Divulgação
William Waack é âncora da CNN Brasil e está em home office por fazer parte do grupo de risco da Covid-19 Imagem: Divulgação
Flávio Ricco

Jornalista, passou por algumas das mais importantes empresas de comunicação do país, como Tupi, Globo, Record e SBT. Dirigiu o "Programa Ferreira Netto" e integrou a equipe do "SBT Repórter". Escreve sobre televisão desde 2003. colunaflavioricco@uol.com.br

do UOL

Colunista do UOL

30/05/2020 21h46

Resumo da notícia

  • CNN Brasil derrubou ordem para funcionários voltarem ao trabalho na próxima segunda-feira
  • Decisão foi tomada em função da prorrogação da quarentena em SP, anunciada hoje pelo prefeito Bruno Covas

A direção da CNN Brasil decidiu agora há pouco derrubar a ordem de retorno de seus funcionários ao trabalho na próxima segunda-feira(1º), anunciada no dia de ontem, devido à prorrogação da quarentena em São Paulo.

Em comunicado na sexta, o canal de notícias informou que, após o anúncio do Governo de São Paulo sobre a prorrogação da quarentena em SP, com algumas flexibilizações progressivas, os funcionários em regime de home office deveriam voltar para suas atividades presenciais no escritório a partir da próxima 2ª feira, dia 01/06, exceto aqueles do chamado grupo de risco, além de outros casos.

Porém, neste sábado (30), depois de o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), prorrogar a quarentena na cidade de São Paulo até 15 de junho, o canal de notícias voltou atrás na decisão. O seu pessoal vai continuar trabalhando em home office e, aqueles pertencentes ao grupo de risco da doença(Covid-19), também deverão permanecer em casa.

O estado de São Paulo ultrapassa 101 mil casos confirmados da Covid-19, com 7.275 óbitos até ontem. Segundo o prefeito, deve haver um planejamento da reabertura para a cidade não retroceder no combate à pandemia.

A prefeitura deve receber e avaliar pedidos de reabertura de atividades não essenciais — como shoppings, galerias, comércio e serviços, mas não soube informar quanto tempo levará essa avaliação. Disse esperar que estabelecimentos abram antes de 15 de junho. O governo paulista liberou a operação dessas atividades, mas as regras para que isso aconteça precisam ser definidas pelos municípios.

*Colaborou José Carlos Nery

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