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Canais eróticos da Globosat investem e abrem espaço para mulheres

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Natália Klein vai apresentar e ser roteirista do 6º prêmio Sexy Hot, em agosto Imagem: Instagram
Ricardo Feltrin

Ricardo Feltrin é colunista do UOL desde 2004. Trabalhou por 21 anos no Grupo Folha, como repórter, editor e secretário de Redação, entre outros cargos.

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2019-05-15T00:36:00

15/05/2019 00h36

Dando sequência ao chamado "empoderamento" da mulher no cinema nacional erótico, o canal Sexy Hot anunciou que terá uma mulher apresentando sua 6ª edição. O canal também começa a investir em produções voltadas mais ao "olhar" feminino na pornografia (leia mais abaixo).

São também as mulheres que há dois anos trabalham como "analistas" de conteúdo do canal.

No dia 6 de agosto a escritora, atriz e comediante Natália Klein será a "hostess" do prêmio Sexy Hot, que é chamado de "Oscar" do cinema erótico nacional.

Carioca, 34 anos, criadora do blog "Adorável Psicose", Natália também será a roteirista do evento, que terá transmissão ao vivo pelo canal pago da Globosat.

Há dois anos o Sexy Hot vem investindo em produções próprias. No ano passado o canal exibiu 36 filmes autorais e até o próximo dia 29 eles estarão no site para votação, ao lado das demais categorias.

Mulheres no comando

Também no próximo dia 25, 0h, o Sexy Hot estreia o filme "Quem Manda Sou Eu", ficção pornô que conta a história de uma diretora de uma multinacional que comanda e manda nos homens --inclusive, claro, sexualmente.

Canais como o Sexy Hot e PlayboyTV (também parceria da Globosat) têm exibido filmes adultos heterossexuais voltados ao olhar feminino --ao contrário da corrente "comum" e histórica do cinema pornô, que sempre se direcionou apenas ao interesse masculino.

Em abril, a PlayboyTV estreou a segunda temporada da série "X-Confessions", dirigida pela sueca Erika Lust, considerada uma das pioneiras mundiais do chamado "pornô para mulheres".

Ricardo Feltrin no Twitter, Facebook e site Ooops

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