Copa do Mundo 2018

Curiosidades sobre os países participantes da Copa do Mundo 2018

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Imagem: Getty Images

Da Metodista, em São Bernardo (SP)*

12/06/2018 10h28

Que tal conhecer um pouco mais sobre as peculiaridades de cada país participante da Copa do Mundo da Rússia? Nesta série de conteúdos produzidos por estudantes da Universidade Metodista, na Grande SP, você confere curiosidades e dicas sobre os países que vão disputar o Mundial deste ano. São 32 seleções divididas em oito grupos. Confira a seguir pela ordem alfabética dos países.

Veja também:

  • Alemanha, Grupo F

    Cada país tem seus próprios costumes, que para os nativos são comuns, mas para quem vê de fora, nem tanto. Nesse quesito, a Alemanha desperta interesse - e não estamos falando aqui do inesquecível 7 a 1 em cima do Brasil, em pleno Maracanã. Veja cinco curiosidades sobre o território alemão, que vai fazer qualquer brasileiro achar, no mínimo, bizarro.

  • Arábia Saudita, Grupo A

    Apesar de Arábia Saudita não ter boas campanhas em Copas do Mundo (o melhor resultado foi chegar às oitavas de final, em 1994, nos EUA) e ficar a 11,3 mil quilômetros de distância do Brasil, a cultura brasileira e a árabe se misturam. A figura do mascate, pequenas lojas de armarinhos e tecidos, e a culinária são alguns dos exemplos mais conhecidos. Isso ocorreu devido aos imigrantes de origem árabe que se estabeleceram no país, em especial no início do século 20. Uma curiosidade é que, muito por conta da dificuldade com o português, os árabes criaram jornais voltados exclusivamente para a comunidade aqui formada. Esse é justamente o tema do podcast acima. Confira!

  • Argentina, Grupo D

    Se no futebol a rivalidade entre Brasil e Argentina é grande, na culinária a carne parece ser unanimidade entre os dois países. Seja no churrasco brasileiro, seja na parrilla argentina, os diferentes cortes encantam até os paladares mais exigentes. No vídeo acima, você acompanha o preparo do bife de chorizo, um prato típico argentino, feito a partir do miolo do contrafilé bovino. É de dar água na boca.

  • Austrália, Grupo C

    A fauna de cada país costuma ser muito rica e diversa. Com a Austrália - que disputa uma Copa do Mundo pela quinta vez - não seria diferente. Os animais nativos são considerados raros no mundo e difíceis de ser encontrados na natureza. No entanto, os desenhos animados se encarregaram de popularizar algumas espécies, entre elas coala, ornitorrinco, diabo-da-Tasmânia e, é claro, o famoso canguru.

  • Bélgica, Grupo G

    Eliminar a Espanha nos pênaltis, nas quartas de final da Copa de 1986, foi o grande momento da Bélgica em copas do mundo. Se, no campo, os belgas deixam a desejar, na cozinha eles arrasam! Os inventores da batata frita ensinam como se prepara o "Moules et frites", um prato tradicional encontrado em quase todos os restaurantes do país. A união dos mariscos com as batatas surgiu no século 19. Para saber como se faz essa delícia, assista ao tutorial preparado pelo chef belga Lionel Sturnack.

  • Brasil, Grupo E

    Único país pentacampeão e que tem na sua história Pelé - o melhor jogador do mundo -, o Brasil dispensa apresentações quando o assunto é futebol ou Copa do Mundo. O país para durante a competição e a torcida vibra e sofre a cada partida. A mesma paixão mostrada pelos brasileiros durante os jogos parece estar presente num hábito que já se tornou tradição: colecionar figurinhas da Copa. Veja como esse hábito reúne pessoas de todas as idades num único objetivo: completar as páginas.

  • Colômbia, Grupo H

    Assim como o futebol, a migração também compõe a identidade do povo colombiano. De acordo com o relatório do Centro de Monitoramento de Deslocamentos Internos (IDMC, na sigla em inglês), o país tem o maior número de deslocados internos do mundo - muito por conta do conflito entre governo e Farcs, que só chegaram a um acordo de paz em 2016. Robert Arturo é um imigrante colombiano que vive no Brasil. O inusitado de sua história é que ele viajou da Colômbia até São Paulo a pé, junto com seu filho de apenas 10 anos. Em relato emocionante, ele lembra as dificuldades da jornada e como ainda mantém a esperança de "uma vida melhor".

  • Coreia do Sul, Grupo F

    Ainda que o assunto seja Copa do Mundo e futebol, vale a pena falar de artes marciais quando citamos a Coreia do Sul. Entre as mais diversas lutas de defesa pessoal do país, destaca-se o hapkido. A modalidade utiliza técnicas como socos, chutes, pontos de pressão sobre o corpo, alongamento e respiração. Saiba mais sobre sua prática no vídeo acima.

  • Costa Rica, Grupo E

    A Costa Rica, que participa de uma Copa do Mundo pela quarta vez, é considerada um dos países mais pobres do mundo, com mais de 20% da população de 4,8 milhões de habitantes vivendo abaixo da linha da pobreza. Pensando em contribuir para a mudança dessa realidade, alguns programas de intercâmbio levam jovens de várias partes do mundo não só para uma troca cultural, mas também para trabalhos sociais. A estudante brasileira Nadya Duarte passou dois meses no país trabalhando em uma fazenda orgânica e com um grupo de mulheres incentivando o consumo sustentável e saudável. Veja como foi essa experiência.

  • Croácia, Grupo D

    Depois de conseguir uma vaga na Copa de 2018 na repescagem, a Croácia se prepara para disputar seu quinto mundial como nação independente. Apesar de não ser um dos países mais lembrados entre tantos famosos do continente europeu, os croatas têm uma história muito rica, além de atrações que encantam os turistas mais exigentes. Ficou com vontade de saber mais? Ouça no podcast acima como organizar a viagem.

  • Dinamarca, Grupo C

    Chamada de "Dinamáquina" durante as partidas, o país escandinavo disputou quatro mundiais: 1986, 1998, 2002 e 2010. Para se aproximar mais da cultura dinamarquesa, vale conhecer, em São Paulo, o bufê típico Smorgasbord. Bastante tradicional, a seleção de pratos inclui o frekedeller (bolinho de carne bovina e de porco) e o bof lindstrom (hambúrguer recheado de beterraba, alcaparra e aliche). Confira no vídeo outras delícias.

  • Egito, Grupo A

    Para quem acha que o Egito é só pirâmides, faraós e uma cultura distante, vai se surpreender com a história de vida de Tereza Almeida. A brasileira se casou com um egípcio e, desde então, convive entre hábitos e costumes dos dois países. Essa mistura mostra que o amor, assim como o futebol, não tem fronteira.

  • Espanha, Grupo B

    País do craque Andrés Iniesta, a Espanha é famosa em todo o mundo por suas praias, pelo vinho encorpado, o povo animado e a comida saborosa. Unanimidade gastronômica, a paella valenciana leva frango, frutos do mar e é temperada com açafrão, especiaria que dá cor e um sabor especial ao prato. Confira no vídeo como se prepara essa delícia.

  • França, Grupo C

    O futebol é quase tão popular no Brasil quanto na França. Mas não é só nesse esporte que os dois países têm coisas em comum. No idioma também. O francês é falado por cerca de 136 milhões de pessoas no mundo, sendo o idioma oficial em 30 países. Compartilha com o português a mesma raiz latina e, por esse motivo, muitas palavras do nosso vocabulário têm origem francesa. No vídeo acima, entenda essa relação.

  • Inglaterra, Grupo G

    Os musicais são considerados uma das expressões artísticas mais completas, já que combinam música, teatro e dança. Ninguém sabe, ao certo, precisar a origem desse estilo, mas estima-se que esteja relacionado à Grécia Antiga, onde comédias e dramas que misturavam canções populares e diálogos eram realizados em homenagens aos deuses. Atualmente, um dos países mais conhecidos na produção desse gênero teatral é a Inglaterra, uma das seleções mais fortes da Copa. Saiba mais no vídeo abaixo.

  • Irã, Grupo B

    O Irã nunca passou da fase de grupos e mais uma vez chega como azarão à Copa de 2018. Com uma rica cultura herdada dos persas, há décadas o país muçulmano enfrenta conflitos externos. A guerra Irã-Iraque aconteceu entre 1980 e 1988, mas a rivalidade entre as nações vizinhas está relacionada a uma das etapas da antiga disputa árabe-persa: os povos lutavam pelo controle das terras férteis da planície da Mesopotâmia desde 2.000 anos a.C. Entenda melhor essa disputa no vídeo abaixo.

  • Islândia, Grupo D

    Você sabia que na Islândia a cultura nórdica é muito presente? Conhecida como mitologia nórdica, escandinava ou viking, a cultura é composta pelo conjunto de lendas, crenças e religião dos povos escandinavos antigos (que habitaram a região da Península da Escandinávia). O que muitos não sabem é que é possível encontrar um pouco desse mundo em São Paulo. Veja na reportagem em vídeo.

  • Japão, Grupo H

    Os samurais dão um show de organização tática em campo. Difícil mesmo é tentar adivinhar o que o técnico Akira Nishino diz para os jogadores. Aprender um idioma já é difícil, mas a língua japonesa conta com alguns detalhes extras de dificuldades: um conjunto de ideogramas, chamado Kanji, e os dois silabários, Haragana e Katakana. Clique no vídeo e saiba mais sobre essas diferenças.

  • Marrocos, Grupo B

    Após 20 anos no banco, o Marrocos finalmente está de volta ao Mundial. A última participação foi em 1998, na França, quando ficou na 18ª colocação. A religião oficial do país é o Islamismo, com cerca de 99% da população adepta. Dentre as recomendações do Islã para as mulheres está o uso do hijab, o lenço que cobre os cabelos. Seu uso não é obrigatório no Marrocos, mas sim uma escolha feminina. No mundo ocidental, entretanto, usar o hijab pode significar resistência. Aprenda como vestir o acessório e conheça seu significado para as muçulmanas brasileiras.

  • México, Grupo F

    O México é cheio de tradições, inclusive no futebol. O país estreou em Copas no primeiro jogo da história do Mundial, no Uruguai, em 1930. Outra grande tradição que mobiliza os mexicanos é a cerimônia do Dia dos Mortos, celebrada com muita alegria e comida para reverenciar os familiares que já partiram. Em algumas cidades são organizados concursos de fantasias, premiando a melhor representação de "La Catrina", uma referência moderna e cristianizada da antiga deusa asteca Mictecacihuatl, Senhora do Reino dos Mortos. Saiba mais sobre a festa.

  • Nigéria, Grupo D

    A Nigéria é um dos cinco países do continente africano que vão participar do Mundial da Rússia. A exemplo de seus vizinhos de continente, tem uma história cultural rica e diversa, apesar de marcada por dificuldades, entre elas a violência e a pobreza, que fazem muitos de seus cidadãos emigrarem em busca de melhores condições de vida. Essa é a história de Richmond Chukwemeka, que migrou para o Brasil há 19 anos e hoje lidera uma igreja evangélica em Guaianases, na zona de leste de São Paulo.

  • Panamá, Grupo G

    Esta será a primeira vez que o Panamá disputa uma Copa do Mundo. A festa pela classificação foi tamanha que o presidente do país, Juan Carlos Varela, chegou a decretar feriado. Será que a comemoração teve "sopa de borracha"? O nome é estranho, mas a sopa de borracha existe - na verdade, trata-se do nome de uma sobremesa típica do país. A receita leva ameixas, uvas passas, ovos, vinho, farinha, fermento e muito mais. Saiba como preparar no tutorial acima.

  • Peru, Grupo C

    O Peru está de volta ao Mundial após 36 anos de jejum. O país vizinho pode até ter fome de bola, mas sua mesa é farta de pratos variados, coloridos e com ingredientes familiares aos brasileiros. Conheça uma receita típica: o lomo saltado. Ele leva carne, cebolas caramelizadas, batatas e tomates com molho shoyu.

  • Polônia, Grupo H

    Confiando na atuação de seu principal jogador, o atacante Lewandowski ? um dos jogadores mais conhecidos do mundo ? a expectativa da Polônia é terminar o Mundial da Rússia, pelo menos, entre as três melhores seleções do mundo, feito conquistado nas Copas de 1974 e 1982. Saiba mais sobre esse país, localizado no centro da Europa.

  • Portugal, Grupo B

    Muitos brasileiros ficarão tentados a torcer pelos patrícios apenas para vibrar com os gols do campeão Cristiano Ronaldo. Recentemente, Portugal foi considerado o melhor país da Europa para trabalhar e viver pelo ranking Expat Insider. Mas nem sempre foi assim. Durante décadas os portugueses viveram sob o comando do ditador António de Oliveira Salazar, período que terminou durante a Revolução dos Cravos, nos anos 1970. Entenda mais sobre esse movimento político e social no vídeo acima.

  • Rússia, Grupo A

    A Rússia é o país anfitrião da Copa do Mundo de 2018. Apesar das características geográficas, econômicas, políticas do país serem tão diferentes do Brasil, a cultura russa está muito mais perto do que se imagina. Na Vila Zelina, zona Leste de São Paulo, há uma associação de descendentes russos. Fundada em 1981, seus membros preservam a culinária, artesanato idioma e outros costumes. Ouça no podcast acima.

  • Senegal, Grupo H

    Com jogadores como Sadio Mané e Keita Baldé se destacando no futebol europeu, o Senegal pode ser a surpresa africana deste Mundial. O país muçulmano tem muitas curiosidades, como um lago rosa e um monumento com 49 metros de altura, maior do que o Cristo Redentor, construído pelos norte-coreanos na capital, Dacar.

  • Sérvia, Grupo E

    Juntamente com a Bósnia-Herzegovina, Croácia, Eslovênia, Macedônia e Montenegro, a Sérvia integrou a Iugoslávia até 2003; depois, ao lado de Montenegro, formou uma nação, de quem se tornou independente em 2006. É um dos adversários do Brasil na primeira fase da Copa. O podcast acima traz a importância do esporte como símbolo identitário dessa jovem nação.

  • Suécia, Grupo F

    Os fanáticos por Copa do Mundo devem se lembrar do Mundial de 1994, nos EUA, quando a Suécia ficou em terceiro lugar, fazendo brilhar jogadores como Henirk Larsson, Tomas Brolin, Martin Dahlin, Thomas Ravelli e Kennet Andersson. O que não devem saber é que, muito mais que o futebol, o país tem uma culinária bastante rica. O Räksmörgas é um prato tradicional sueco, feito com lagostim. Veja a receita no vídeo acima.

  • Suíça, Grupo E

    Muito mais que a terra dos relógios, chocolate e fondue, a Suíça é considerado um país de primeiro mundo. Lá, o padrão de vida é elevado, com o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), medido pela ONU, de 0,874 - o 13° maior do mundo. Assim, o que faz um suíço escolher o Brasil para viver? Conheça no vídeo acima a história do guia turístico Toni de Francesco, que relata como é a experiência de morar no Brasil. Resta saber para quem ele vai torcer nesta Copa.

  • Tunísia, Grupo G

    Se você é daqueles que só conhecem a Tunísia pelo álbum de figurinhas da Copa, saiba que o país está muito mais perto do que você imagina. Em São Paulo, há diversas opções de restaurantes que servem pratos típicos, entre eles o cuscuz marroquino e a salada tunisiana. Visitamos um deles e contamos, no vídeo acima, um pouco dos "sabores" do país, que tem nas especiarias sua principal marca.

  • Uruguai, Grupo A

    O espanhol é o segundo idioma mais falado no mundo, depois do mandarim. É o idioma oficial de 21 países, a maioria deles localizado na América Latina. Tantos territórios, claro, trazem diversidade à prática linguística, fazendo com que cada país utilize a língua com algumas especificidades. No vídeo acima, você confere algumas curiosidades do espanhol falado no Uruguai, o eterno algoz do Brasil quando o assunto é Copa. Afinal, quem nunca ouviu falar do Maracanazzo, em 1950, quando a seleção Uruguaia derrotou a brasileira por 2 a 1, em pleno estádio do Maracanã?

    * Conteúdo produzido por estudantes de jornalismo da Universidade Metodista de São Paulo sob orientação dos professores Alexandra Gonsalez, Camila Escudero, Eduardo Borga, Flávio Falciano, Heidy Vargas e Wesley Elago

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